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Coronavírus

Trump diz que mortes caem, critica China e defende hidroxicloroquina

Segundo o presidente norte-americano , as mortes pelo 'vírus da China' já recuaram 39% nos EUA e o programa de testes americano é o maior do mundo

Publicado em 06 de Julho de 2020 às 16:52

Redação de A Gazeta

Publicado em 

06 jul 2020 às 16:52
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Crédito: Andrea Hanks/Official White House Photo
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, usou na tarde desta segunda-feira, 6, sua conta no Twitter para voltar a defender a estratégia de seu governo na pandemia em andamento. Segundo ele, as mortes pelo "vírus da China" já recuaram 39% nos EUA e o programa de testes americano é o maior do mundo.
Trump reclamou do fato de que, segundo ele, a imprensa local não reporta esses fatos corretamente. "A taxa de mortalidade para o vírus da China nos EUA está simplesmente por volta da menor do mundo!", afirmou, referindo-se ao novo coronavírus com uma expressão que Pequim condena e é considerada racista por alguns. Além disso, Trump disse que a economia americana "está voltando forte".
O líder americano ainda citou um estudo da companhia Henry Ford Health System segundo o qual o tratamento com a hidroxicloroquina reduziu a taxa de mortalidade de modo significativo em pacientes hospitalizados com a covid-19 e sem problemas no coração. Estudos no Reino Unido e os monitorados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) concluíram anteriormente que o medicamento não trazia vantagem no combate a essa doença e ainda trazia riscos para aqueles com problemas no coração e em 15 de junho a agência de controle de drogas dos EUA (FDA, na sigla em inglês) revogou a autorização para uso emergencial da cloroquina e da hidroxicloroquina em solo americano.
Em sua série de mensagens, Trump ainda afirmou que as escolas nos EUA "precisam abrir até o outono" local, que começa em 21 de setembro. Além disso, voltou a criticar a oposição democrata, dizendo que ela não teria banido as viagens com a China e isso teria provocado muito mais mortes nos EUA.

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