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França deve impor novas restrições em Paris para conter coronavírus

O presidente francês, Emmanuel Macron, tem resistido a um terceiro lockdown nacional. Em vez disso, sua administração decretou um toque de recolher das 18h às 6h da manhã

Publicado em 17/03/2021 às 17h20
Atualizado em 17/03/2021 às 17h20
Paris
A região de Paris e áreas no norte do país devem receber novos bloqueios. Crédito: Pixabay

O porta-voz do governo da França, Gabriel Attal, afirmou à imprensa nesta quarta-feira (17), que "medidas adicionais serão tomadas em um certo número de territórios", em uma tentativa de controlar a disseminação do coronavírus, de acordo com publicação da Bloomberg. A região de Paris e áreas no norte do país devem receber novos bloqueios.

O presidente francês, Emmanuel Macron, tem resistido a um terceiro lockdown nacional. Em vez disso, sua administração decretou um toque de recolher das 18h às 6h da manhã, em todo o país. Porém, com a lentidão no plano de imunização, autoridades locais têm adotado medidas mais restritivas.

Segundo Attal, a França pretende retomar o uso da vacina da AstraZeneca, após suspender sua aplicação por causa de possíveis efeitos colaterais. A Agência Europeia de Medicamentos (EMA), entretanto, afirmou que o imunizante apresenta mais benefícios do que riscos à saúde. "Esperamos e temos motivos para acreditar que a EMA continuará permitindo o uso da AstraZeneca", disse Attal.

Segundo levantamento da universidade americana Johns Hopkins, a França já registrou mais de 4,1 milhões de infecções pelo novo coronavírus, além de mais de 91 mil mortes.

No Japão, o governo se prepara para encerrar o estado de emergência em Tóquio, afirma a emissora NHK. A medida vigoraria até 21 de março, mas deve ser revogada ainda essa semana, visto que a situação da pandemia tem melhorado no país.

O primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, afirmou que as hospitalizações estão mudando para condições que permitam a suspensão do estado de emergência. O Japão acumula mais de 450 mil casos confirmados de covid-19 e cerca de 8 mil mortes, indicam dados da Johns Hopkins.

Nos Estados Unidos, foram registrados 1.245 mortes em decorrência do coronavírus nas últimas 24 horas - um aumento significativo comparado aos 751 óbitos relatados ontem, de acordo com o The New York Times.

Apesar disso, o número de novas infecções apresentou uma queda de 57.081 registrados ontem, para 54.437 nesta quarta-feira. Mais de 142 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 já foram aplicadas no país, o que abrange 21,7% da população.

Segundo a Johns Hopkins, os EUA acumulam 24,5% da contagem global de casos registrados de covid-19, com cerca de 29,5 milhões de infecções. Além disso, o país também responde por 20,1% do total de mortes relacionadas à doença, com mais de 537 mil fatalidades.

A Alemanha tem observado aumento no registro de novos casos de Covid-19. Segundo dados do Instituto Robert Koch, na última segunda-feira, foram reportados 8.072 infecções e 238 fatalidades. Ontem, houve um significativo aumento para 13.435 novos diagnósticos e cerca de 249 mortes. Com isso, segundo dados da Johns Hopkins, o país acumula mais de 2,6 milhões de casos confirmados e mais de 74 mil mortes.

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