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Estudo

Cientistas desenvolvem exame capaz de detectar 5 tipos de câncer precocemente

O teste, chamado 'PanSeer', conseguiu detectar os cânceres colorretal, de estômago, esôfago, pulmões e fígado até quatro anos antes que métodos convencionais

Publicado em 23 de Julho de 2020 às 12:00

Redação de A Gazeta

Publicado em 

23 jul 2020 às 12:00
Cientistas desenvolveram um novo exame de sangue capaz de detectar cinco tipos de câncer de forma precoce
Cientistas desenvolveram um novo exame de sangue capaz de detectar cinco tipos de câncer de forma precoce Crédito: Edward Jenner/ Pexels
Pesquisadores da China e dos Estados Unidos desenvolveram um novo exame de sangue capaz de detectar cinco tipos de câncer de forma precoce. O estudo foi publicado na revista "Nature Communications", do grupo "Nature", um dos mais importantes do mundo, na última terça-feira (21). Os cientistas alertam que o teste não funciona para prever quem terá ou não câncer. O exame identifica quem já têm algum tipo de tumor, mas continua assintomático para os métodos de detecção atuais.
O teste, chamado "PanSeer", conseguiu detectar os cânceres colorretal, de estômago, esôfago, pulmões e fígado até quatro anos antes que métodos convencionais. Os índices de acertos foram altos: 91% no câncer de esôfago e 100% no fígado. Os exames de rastreamento atuais são a colonoscopia, realizada a partir dos 45 anos, e a tomografia, no caso do fumantes. Para os outros tipos de câncer, a situação mais comum é a descoberta do tumor quando o paciente está em tratamento para outras doenças.
Os testes foram desenvolvidos por pesquisadores da Universidade Fudan, em Xangai, na China, da Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos, e da Singlera Genomics, start-up dirigida pelos próprios cientistas nos dois países. A intenção agora é comercializar os testes.
"O foco imediato é testar pessoas com maior risco, com base no histórico familiar, idade ou outros fatores de risco conhecidos", afirma o primeiro autor do estudo, Kun Zhang, da Universidade da Califórnia em San Diego.
As amostras dos pacientes haviam sido coletadas como parte de um estudo maior, lançado pela Universidade Fudan. A pesquisa reuniu amostras de mais de 120 mil pessoas, coletadas entre 2007 e 2017.

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