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Albânia propõe prisão de 15 anos para quem desrespeitar quarentena

Segundo o Ministério da Saúde da Albânia, há 433 casos confirmados de coronavírus no país, e 23 mortos

Publicado em 11/04/2020 às 17h27
Atualizado em 11/04/2020 às 17h27
Coronavírus - Covid19
Coronavírus - Covid19 . Crédito: Pete Linforth/Pixabay

Organizações de direitos humanos protestaram neste final de semana contra proposta do governo da Albânia de prender por até 15 anos quem desrespeitar as regras de quarentena e toque de recolher.

O texto foi enviado pelo Executivo ao Parlamento albanês. Em abaixo-assinado, cerca de 30 entidades pedem aos deputados que rejeitem a proposta, que, segundo elas, é desproporcional e viola os direitos individuais.

A Albânia está em estado de emergência desde novembro de 2019, após um terremoto que deixou 51 mortos. A quarentena e o toque de recolher foram impostos em 20 de março. A emergência terminaria em 30 de março, mas foi renovada por causa da pandemia do novo coronavírus.

Desde o ano passado, o primeiro-ministro albanês, Edi Rama, sofre críticas por restringir a liberdade de imprensa, com novas leis que limitam a mídia online, e por um "pacote anticrime" que concede à polícia direito de fazer apreensões e buscas sem ordem judicial.

Nos dois casos, o Parlamento aprovou os projetos encaminhados pelo governo.

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