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 Vitória foi a capital da região Sudeste que mais rapidamente avançou na vacinação por faixas etárias sem comorbidades.
Vitória foi a capital da região Sudeste que mais rapidamente avançou na vacinação por faixas etárias sem comorbidades. Crédito: Leonardo Silveira/Prefeitura de Vitória

Da saúde à educação: cuidar de pessoas é foco da Prefeitura de Vitória

Mesmo com desafios impostos pela pandemia, administração municipal sai na frente na vacinação, na retomada de atividades e nos cuidados em relação aos mais vulneráveis

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Publicado em 08/09/2021 às 04h50

No ano em que completa 470 voltas em torno do sol, Vitória enfrentou um grande desafio: a continuidade da pandemia de Covid-19. E para lidar com os impactos acarretados pelo coronavírus, a cidade lançou um olhar para a população em vulnerabilidade, mais exposta aos efeitos sociais da crise sanitária.

Durante o primeiro semestre, a prefeitura oportunizou o Auxílio Municipal Emergencial (AME) a 2.328 famílias em situação de vulnerabilidade e que não eram contempladas por outros programas sociais. Com recursos do tesouro municipal, pagamentos de R$ 500, em duas parcelas de R$ 250, foram feitos a essas famílias, valor também fruto da reorganização administrativa e financeira realizadas em janeiro, início da atual administração. Além disso, foram distribuídas 8 toneladas de alimentos a famílias carentes e entregues 43 mil kits de alimentação a estudantes da rede pública municipal de ensino.

O atendimento a pessoas em situação de rua foi ampliado. Com 40 vagas para atendimento, a administração municipal inaugurou o Serviço de Acolhimento Emergencial Transitório, que possui infraestrutura de acolhimento e cuidados, com assistentes sociais e psicólogos que atuam no resgate da cidadania, da autoestima e na reinserção dos indivíduos no seio da sociedade.

Com recursos do tesouro municipal, pagamentos de R$ 500, em duas parcelas de R$ 250, foram feitos a famílias em situação de vulnerabilidade de Vitória.
Com recursos do tesouro municipal, pagamentos de R$ 500, em duas parcelas de R$ 250, foram feitos a famílias em situação de vulnerabilidade de Vitória. Crédito: Jansen Dias Lube/Prefeitura de Vitória

“Nesse local, oferecemos todo o serviço de recepção, lavanderia, hotelaria e alimentação, encaminhamento para retirada de documentos, cursos e postos de trabalho. O serviço funciona 24 horas por dia e aumenta a oferta de vagas na rede de 155 para 195”, aponta a secretária municipal de Assistência Social, Cintya Schulz.

Especialmente nesse momento de pandemia, o atendimento humanizado e multidisciplinar ajudam a mudar realidades. “Muitas vezes, as pessoas que chegam estão em situação de rua por conta de conflitos familiares e outras questões, portanto, é importante ter uma equipe habilitada a oferecer ferramentas para as complexidades”, complementa.

Outra maneira de ampliar o cuidado social é manter a renda das famílias. Um dos projetos da prefeitura é o de oferecer vagas de estágio para jovens oriundos de famílias em situação de vulnerabilidade, uma vez que essa renda pode ser decisiva para a manutenção desse núcleo familiar.

“A inserção desse jovem no mercado é fundamental. Discutimos formas de priorizar jovens de famílias em alguma situação de vulnerabilidade, desde que esse candidato atenda aos requisitos técnicos para as vagas de estágio, seja de ensino médio ou de ensino superior. Além da questão da subsistência da família, o programa também inclui incentivo para que ele não saia da escola ou da faculdade, uma vez que, para ser estagiário, ele precisa, primeiro, ser estudante”, pontua a secretária.

CAPITAL DO ES É REFERÊNCIA EM VACINAÇÃO

Vitória é referência para o Brasil na vacinação contra a Covid-19. A cidade foi a capital da região Sudeste que mais rapidamente avançou na vacinação por faixas etárias sem comorbidades e, até o final de agosto, aplicou a primeira dose das vacinas contra o coronavírus em um percentual de 104% da população adulta, índice que considera a vacinação de cidadãos de outros municípios pelo fato de o SUS ser universal e permitir essa possibilidade.

“Adotamos um mantra: ‘vacina recebida, vacina aplicada’. Não fixamos dias específicos, pois nossa meta é disponibilizar as vacinas que chegam no máximo no dia seguinte. Com a chegada da vacinação por faixas etárias, reforçamos a abertura de vagas aos fins de semana e horários alternativos, para atender à população que trabalha em horário comercial. A leitura dinâmica de cada momento e o engajamento da equipe municipal de saúde foram fundamentais para alcançarmos esse resultado. Estamos felizes por Vitória ser referência nesse trabalho e por ter sido eleita a Capital mais transparente do Sudeste no que tangue os dados sobre vacinação”, comemora Thais Campolina, secretária municipal de Saúde.

Na educação, Vitória também foi pioneira no enfrentamento à pandemia. Isso porque foi a primeira cidade da Grande Vitória a estar com estudantes presencialmente em sala de aula.
Na educação, Vitória também foi pioneira no enfrentamento à pandemia. Isso porque foi a primeira cidade da Grande Vitória a estar com estudantes presencialmente em sala de aula. Crédito: Jansen Lube/Prefeitura de Vitória

Na educação, Vitória também foi pioneira no enfrentamento à pandemia. As aulas presenciais começaram a voltar em maio, configurando a Capital como a primeira cidade da Grande Vitória a estar com estudantes presencialmente em sala de aula.

“Organizamos os espaços físicos das escolas, em alguns fizemos reformas para propiciar adequações. Adesivamos o chão para indicar o espaçamento das carteiras e instalamos pias e lavatórios para higienização. Nos bebedouros, trocamos as saídas de água para o modelo torneira e adotamos um rígido controle de distanciamento”, destaca a secretária municipal de Educação, Juliana Rohsner.

Segundo ela, o índice de contaminação entre estudantes é de 0,03%, o que indica o sucesso do retorno presencial das aulas em Vitória. Atualmente, os alunos fazem revezamento alternando dias, com as turmas divididas ao meio.

Dos 46.781 estudantes matriculados na Capital, apenas não voltaram ao ensino presencial os alunos dos grupos 1 e 2, formados por crianças de 6 meses a 2 anos. Além desses, alguns casos específicos de outros grupos, como crianças que convivem com familiares acamados e com comorbidades, puderam optar por continuar com o ensino remoto.

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