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Conheça histórias de quem teve a vida transformada pela profissão

Da entrada no mercado de trabalho à chance de mudar de área e empreender, educação profissional do Senac cria oportunidades para pessoas em diferentes etapas da carreira

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Publicado em 08/10/2021 às 11h30
A educação profissional é um caminho para aqueles que buscam se capacitar para entrar no mercado de trabalho ou empreender. Foto registrada antes da pandemia.
A educação profissional é um caminho para aqueles que buscam se capacitar para entrar no mercado de trabalho ou empreender. Foto registrada antes da pandemia. Crédito: Weverson Rocio/Divulgação

O ensino médio acabou. As obrigações com as escolas chegaram ao fim e os alunos precisam, agora, decidir um caminho profissional para trilhar. Muito mais do que conseguir uma fonte de renda para pagar as contas, uma profissão pode transformar a vida de uma pessoa e lhe dar propósito e uma trajetória para seguir.

A educação profissional é um caminho para aqueles que buscam se capacitar para entrar no mercado de trabalho ou empreender. E, para isto, os cursos do Senac são oferecidos para desenvolver o caráter ético, profissional e empreendedor de cada aluno.

Foi assim com Larissa Botelho, de 24 anos. Formada no curso de Estética em 2018, Larissa encontrou no Senac não só uma porta para a empregabilidade, mas as ferramentas para se tornar a melhor esteticista do Brasil.

Tudo teve início quando ela começou a trabalhar na parte administrativa da instituição. Em contato com os cursos oferecidos, a capixaba se apaixonou pela área da beleza e decidiu entrar para o segmento.

Formada no curso de Estética em 2018, Larissa Botelho encontrou no Senac não só uma porta para a empregabilidade, mas as ferramentas para se tornar a melhor esteticista do Brasil.
Formada no curso de Estética em 2018, Larissa Botelho encontrou no Senac não só uma porta para a empregabilidade, mas as ferramentas para se tornar a melhor esteticista do Brasil. Crédito: Arquivo Pessoal

“Primeiro fui modelo das alunas em algumas matérias e fui me apaixonando pelo mercado da beleza. Resolvi fazer um curso mais curto inicialmente. Fiz o de Design de Sobrancelha e lá tive uma professora muito empreendedora que me inspirou e abriu os olhos para as oportunidades que eu poderia ter nesta área”, relata.

Nos corredores da instituição, Larissa aprendeu tudo que precisava para ser esteticista e empreendedora, e se destacou em sua área de atuação.

“Ali dentro eu fui selecionada para participar das Competições do Senac. Fui treinada, acompanhada e fui a primeira capixaba a ganhar uma medalha de ouro na competição nacional”, conta.

As Competições Senac acontecem anualmente e premiam os melhores profissionais do Brasil em diferentes áreas. Competem entre si alunos e ex-alunos da instituição, que representam seus respectivos estados na etapa nacional. Os vencedores, representam o país em etapa internacional.

E não demorou para que a melhor esteticista do Brasil começasse a viver dos ganhos da profissão. Assim que se formou, começou a atender em salões e em pouco tempo abriu a clínica de estética em um ponto localizado embaixo de sua casa, em Cariacica.

“De unha até pele, massagem, depilação. Fazemos de tudo na clínica. Comecei aqui na minha casa, mas agora em novembro estamos mudando para um lugar maior. Tenho uma sócia e funcionárias, além de dar algumas aulas como instrutora no Senac”, aponta.

PRATA DA CASA

A história é parecida com a da cearense Bruna Santos, de 25 anos. Formada no curso de Cabeleireiro em 2013, Bruna foi treinada para participar das Competições e ficou em segundo lugar na etapa nacional.

“Fui campeã estadual e fui para a etapa nacional, quando fiquei em segundo lugar. Após o evento, as portas se abriram e eu acabei ficando como instrutora na Instituição, cargo que ocupo há três anos”, relata.

A área da beleza ainda impulsionou Bruna para continuar estudando e se aprimorando. Atualmente, a cearense faz o curso de Enfermagem, e de acordo com ela, todo o processo é impulsionado pela experiência que viveu nas competições.

“Uma experiência incrível, é um crescimento pessoal e profissional. A gente aprende muito, hoje eu vejo o quanto serviu, também, para que eu leve conhecimento para os alunos. São poucas as pessoas que têm a oportunidade de participar, fica algo restrito, conseguir a vaga foi um divisor de águas”, pontua.

Formada no curso de Cabeleireiro em 2013, Bruna Santos foi treinada para participar das Competições e ficou em segundo lugar na etapa nacional.
Formada no curso de Cabeleireiro em 2013, Bruna Santos foi treinada para participar das Competições e ficou em segundo lugar na etapa nacional. Crédito: Arquivo Pessoal

MUDANÇA DE VIDA

O bom resultado nas Competições também trouxe uma mudança de vida para o capixaba Pedro Henrique Moreira Rosa, de 26 anos. Apesar de ter entrado no ramo de restaurantes “de paraquedas”, Pedro se destacou na área e ficou em terceiro lugar no campeonato nacional.

“Eu tentei me inscrever três ou quatro vezes para o curso de garçom do Senac, que eu sabia que era referência, mas sempre as vagas haviam sido esgotadas. Foi na quinta tentativa que eu consegui entrar. Depois de me formar, fui chamado para treinar para as competições, que até então eu não sabia que existiam”, conta.

Garçom desde os 18 anos, a qualificação do Senac levou a atuação profissional de Pedro Henrique para um nível mais alto. Principalmente após a premiação, ele relata que seu serviço se tornou tão requisitado que ele optou por atuar como freelancer.

“Depois do curso, as portas para o mercado foram abertas de forma muito significativa, mas depois que eu fiquei em terceiro lugar no campeonato nacional foi um novo mundo. Eu podia escolher onde queria trabalhar e a demanda era tão alta que optei por fazer freelance para restaurantes”, relembra.

No início de 2020, ano que o Brasil começou a viver a pandemia de Covid-19, o número de eventos caiu com a necessidade do isolamento social. Para Pedro, no entanto, uma nova porta se abriu. “Minha vaga para ser instrutor de educação profissional no Senac saiu e eu comecei a me dedicar à instituição. Também estou treinando a representante do Espírito Santo para participar das Competições neste ano”, pontua.

Pedro Henrique Moreira Rosa atua como instrutor de garçom no Senac ES.
Pedro Henrique Moreira Rosa atua como instrutor de garçom no Senac ES. Crédito: Arquivo Pessoal

EDUCAÇÃO COMO DIVISORA DE ÁGUAS

Larissa, Bruna e Pedro fizeram cursos diferentes, mas ainda assim se dedicaram para se tornarem os melhores em suas ocupações. Os caminhos dos três, embora de locais e áreas diferentes, se encontraram ao se qualificar no Senac e, também, integrar a instituição para atuar na formação de outros alunos.

Para Ellen Scopel Cometti, gerente de Educação Profissional no Senac do Espírito Santo, a educação por si só pode ser uma divisora de águas, mas as Competições fazem com que os alunos e professores se superam a cada ano.

“Oferecemos cursos de profissionalização em áreas com os melhores profissionais que existem no país. A educação profissional é uma divisora de águas. As pessoas que têm essa oportunidade de participar da competição são as melhores do país. Alguns viram nossos instrutores, outros abriram negócios, é um ação que tem capacidade de mudar vidas”, finaliza.

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