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Hospital do ES reúne atendimento cardioneurovascular em um só local

As três áreas da medicina que atendem pacientes com as doenças que mais matam no mundo estão concentradas em um só lugar, oferecendo agilidade e atendimento qualificado

Tempo de leitura: 4min
  • Hospital Santa Rita

  • Estúdio Gazeta

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Publicado em 03/12/2021 às 16h01
Hospital Santa Rita
O Complexo Cardioneurovascular do Hospital Santa Rita conta com equipamentos de ponta e equipe multidisciplinar qualificada em atendimento de urgência e emergência. Crédito: Hospital Santa Rita/Divulgação

Que a agilidade na prestação da assistência médica à pessoa com problemas cardíacos, neurológicos e vasculares é essencial para aumentar as chances de uma recuperação com nenhuma ou poucas sequelas não é novidade. Médicos das mais diversas especialidades alertam para a importância do socorro imediato.

A novidade é o suporte oferecido pelo Complexo Cardioneurovascular, com equipamentos de ponta e equipe multidisciplinar qualificada em atendimento de urgência e emergência agora disponível no Espírito Santo. 

Recém-inaugurado no Hospital Santa Rita, o Complexo reúne as três especialidades que tratam a aterosclerose, que é a causa básica do infarto, do Acidente Vascular Cerebral (AVC) e que está relacionada ao aneurisma de aorta.

ACOMPANHAMENTO E TRATAMENTO INTERDISCIPLINAR

Hospital Santa Rita
Equipes médicas atuam de forma interdisciplinar para o melhor e mais assertivo atendimento ao paciente no Complexo Cardioneurovascular. Crédito: Hospital Santa Rita/Divulgação

No Complexo, o paciente será avaliado, acompanhado e tratado de forma interdisciplinar e plena em todos os momentos de sua doença, desde a chegada ao pronto-socorro e nas demais unidades do Santa Rita que se fizerem necessárias para o melhor atendimento, como UTI Cardioneurovascular, Hemodinâmica, Centro Cirúrgico, apartamentos e consultórios.

O cardiologista Renato Serpa, coordenador do setor cardiológico do Complexo, explica que nessa estrutura de atendimento as especialidades afins atuam em conjunto para aumentar a excelência e humanização do tratamento.

“A agilidade é uma das partes importantes no processo para salvar vidas e reduzir danos em situações como o início de um infarto, a possibilidade de um AVC ou na rotura de um aneurisma da aorta”, explica o médico.

Ainda de acordo com o médico, além das intervenções já realizadas, como angioplastias coronárias com stents no infarto agudo do miocárdio e abordagem do AVC, obstruções em vasos periféricos e aneurismas, o Complexo atenderá aos casos de cardiopatias estruturais e congênitas.

"O objetivo é oferecer o melhor atendimento às anormalidades ou problemas nas válvulas ou no músculo cardíaco, bem como dos bebês que nascem com doenças do coração e que precisam de intervenções nas primeiras horas de vida para sobreviverem”, esclarece o médico. Trata-se de um atendimento especializado e diferenciado que unirá experiência e tecnologia no tratamento das cardiopatias estruturais de forma cada vez menos invasiva e proporcionando uma recuperação mais precoce.

No que diz respeito às questões neurológicas, o coordenador do setor de neurologia e neurocirurgia do Complexo, Alexandre Ottoni, informa que o paciente contará com todo o suporte necessário para o mais ágil e assertivo tratamento, o que inclui, por exemplo, a identificação do tipo de AVC e a conduta mais eficiente para o caso apresentado.

“Contamos com equipamentos de última geração que proporcionam agilidade e precisão para que seja possível prestar o melhor atendimento ao paciente”, ressalta Ottoni.

A mais nova tecnologia para atendimento aos casos suspeitos de AVC é o software de inteligência artificial denominado Rapid. "Ele fica acoplado ao tomógrafo e à ressonância do hospital para que, no momento da realização do exame, o resultado seja enviado imediatamente para os médicos da equipe. O software é capaz de identificar e quantificar o volume de tecido cerebral que pode ser salvo com a recanalização da artéria, aumentando a assertividade e rapidez na indicação da intervenção e reduzindo, dessa forma, o risco de sequelas neurológicas."

Já no que se refere aos problemas vasculares, o cirurgião vascular Rodrigo França, coordenador do setor vascular do Complexo, alerta que qualquer doença que altere e/ou afete a integridade dos vasos sanguíneos pode ser entendida como uma doença vascular. Isso porque elas fazem com que a circulação seja afetada, sobretudo nos membros inferiores e superiores, no cérebro e no abdome.

Ainda de acordo com Rodrigo França, as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo e compreendem uma grande variedade de problemas nas artérias, nas veias e também nos vasos linfáticos. “Nossa equipe, em conjunto com as demais equipes e estrutura oferecida pelo Complexo, está capacitada a diagnosticar e tratar as mais variadas doenças vasculares, desde aquelas que geram um comprometimento circulatório (como as obstruções arteriais ou tromboses venosas), como aquelas que geram a dilatação das artérias (aneurismas), com os riscos específicos em cada parte do organismo. Seja de forma clínica, seja cirúrgica, seja por meio de procedimentos minimamente invasivos, a equipe está pronta e com toda a rapidez e atenção que cada situação exige”, destaca o médico.

Dessa forma, de acordo com ele, em resumo, “diagnosticar com rapidez e eficiência os problemas vasculares e iniciar o tratamento precocemente são de suma importância. Com o Complexo Cardioneurovascular, as equipes médicas atuam de forma interdisciplinar para o melhor e mais assertivo atendimento ao paciente”, conclui o angiologista.

Esse modelo de atendimento implantado no Hospital Santa Rita segue o formato existente e de sucesso do Hospital Mount Sinai, em Nova Iorque, uma das instituições de saúde referência mundial em diversas especialidades.

PRINCIPAIS SINAIS DE ALERTA

  • Palpitação (sentir o coração acelerado, descompassado)
  • Falta de ar
  • Crise hipertensiva
  • Dor no peito ou no abdômen
  • Tontura atípica
  • Dor de cabeça abrupta e fora do padrão
  • Perda de forças
  • Dificuldade de movimentação de um dos braços
  • Dificuldade na fala
  • Redução ou perda súbita de consciência
  • Dor, palidez ou inchaço nas pernas

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