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Encontro de Lideranças

Casagrande critica Assumção: 'Homenagear a violência é um problema grave'

O governador Renato Casagrande do ES criticou o deputado estadual Capitão Assumção, que publicou, nas redes sociais, uma foto da própria filha segurando um arma

Publicado em 25 de Outubro de 2019 às 17:29

Redação de A Gazeta

Publicado em 

25 out 2019 às 17:29
O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), no Encontro de Lideranças Crédito: Carlos Alberto Silva
O governador Renato Casagrande (PSB) criticou a postura do deputado estadual Capitão Assumção (PSL), que publicou em suas redes sociais uma foto da própria filha segurando uma arma de fogo, indicando que estaria ensinando-a sobre o que é "empoderamento". Durante palestra no 14º Encontro de Lideranças, realizado em Pedra Azul, nesta sexta-feira (25), Casagrande pontuou que embora a violência seja um tema que atrai a população e que as pessoas gostem de debater, atitudes como esta estão, na verdade, incentivando a violência.
"Homenagear e fazer louvor à violência é um problema grave. Ontem mesmo, vimos um parlamentar estadual dando uma pistola para sua filha, para aprender a manusear, uma menina de alguns anos. Incentivar a violência é muito ruim, porque violência gera violência. Precisamos praticar a cultura de paz. Não adianta ficar expondo armas para quem não sabe manusear armas. Arma em excesso na sociedade é uma fonte de arma para os bandidos, que vão conseguir com muito mais facilidade", disse em referência a Capitão Assumção.
Casagrande defendeu que mais armas na sociedade também são uma fonte de arma para os bandidos, que vão consegui-las com mais facilidade.
"É um trabalho de todos nós, não só de governo. Não resolverá o problema se não tiver uma cultura de paz. Especialmente quem está nos governos. Em uma sociedade mais impaciente, o governante tem que ser mais paciente. Na sociedade mais intolerante, o governante tem que ser mais tolerante. Tem que fazer o fluxo inverso. Se fizer o mesmo do sentimento geral, nós vamos fazer desse ambiente, um ambiente de guerra. Este é um tema que não está relacionado só a políticas públicas, mas a nossas famílias e nossas comunidades", afirmou.

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