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Morte de dono de funerária em Marechal Floriano segue sem respostas

Carlos Alberto Dias, de 55 anos, foi encontrado morto na sexta-feira (29), com fitas em volta do pescoço e amarrando os pés; até o momento, ninguém foi preso

Tempo de leitura: 2min
Vitória
Publicado em 05/08/2022 às 17h06
Carlos Alberto Dias, de 55 anos, dono da Funerária das Montanhas, em Marechal Floriano
Carlos Alberto Dias, de 55 anos, era dono da Funerária das Montanhas, em Marechal Floriano. Crédito: Kaique Dias | Reprodução Redes Sociais

Correção

5 de Agosto de 2022 às 20:21

A versão anterior desta matéria informava que Morena Evald seria esposa de Carlos Alberto. No entanto, a manicure é moradora da região, e apenas conhecia a vítima. O texto foi corrigido.

A morte do empresário Carlos Alberto Dias, de 55 anos, segue sem respostas. Até esta sexta-feira (5), data em que o caso completa uma semana, ninguém foi detido nem a motivação do crime esclarecida pela Polícia Civil. No último dia 29, o corpo dele foi encontrado com sinais de violência em Marechal Floriano, na Região Serrana do Espírito Santo.

Pastor e dono de uma funerária na cidade, ele foi achado sem vida, com fitas apertando o pescoço e amarrando os pés. No local, a perícia constatou que o cadáver chegou a ser transportado dentro de um caixão que estava no carro da funerária da vítima, também deixado no Centro do município.

Caixão onde corpo de Carlos Alberto Dias, de 55 anos, foi transportado e abandonado em Marechal Floriano
Caixão onde corpo de Carlos Alberto Dias, de 55 anos, foi transportado antes de ser abandonado em Marechal Floriano. Crédito: Ari Melo

Colega de igreja de Carlos Alberto, o pastor José Evangelista ficou espantado quando soube da morte. "Não tenho ideia por que uma situação dessa aconteceu. Ele era um homem com quem todas as pessoas tinham prazer em conversar. Como pastor, ele era um excelente homem de Deus", destacou.

Vizinha da funerária, a manicure Morena Evald ficou abalada com o ocorrido e disse na época do crime que acredita que Carlos Alberto tenha saído para trabalhar, antes de tudo acontecer. "Quando ele saía socialmente, ele usava roupa do dia a dia. Como ele saiu com a roupa da funerária, é como se estivesse indo prestar um serviço", explicou.

O crime segue sob investigação da Delegacia de Polícia de Marechal Floriano, que aguarda o resultado dos laudos periciais. "A população pode passar informações que ajudem na elucidação do delito por meio do Disque-Denúncia (181). A ligação é gratuita e o anonimato é garantido", reforçou a PC.

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