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Funcionário de empresa

Chefe de segurança finge ser policial e é preso em Vila Velha

Homem de 31 anos usava foto nas redes sociais vestindo colete com o símbolo da corporação e andava armado. Ele foi autuado por porte ilegal de arma de fogo e falsa identidade

Publicado em 05 de Julho de 2022 às 18:40

Júlia Afonso

Publicado em 

05 jul 2022 às 18:40
O homem, de 31 anos, usava foto nas redes sociais vestindo colete com o símbolo da Polícia Civil e costumava andar armado; ele foi preso em Novo México, Vila Velha
Policiais apreenderam colete, distintivo e uma arma Crédito: Divulgação | Sesp
O chefe de segurança de uma empresa no bairro Novo México, em Vila Velha, foi preso nesta terça-feira (5) suspeito de se passar por policial civil da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core). Ele usava fotos nas redes sociais vestindo colete, distintivo da corporação e andava armado.
O caso foi descoberto após denúncias anônimas. "Após levantamentos, foram identificadas imagens do suspeito, em que o mesmo fazia uso de colete e distintivos da polícia, e dizia estar 'indo trabalhar', além de outras fotos em que ele aparece com uma pistola na cintura. O retrato foi usado no perfil dele no WhatsApp, portando uma pistola, distintivo da Polícia Civil do Estado e uma caneca com o símbolo da Polícia Civil", disse o coordenador da Core, delegado Ricardo Almeida.
Depois de levantarem informações sobre a empresa em que o suspeito de 31 anos trabalhava, os policiais montaram uma campana no local. "Ao avistarmos uma motocicleta com um indivíduo com as características do homem que estávamos à procura, fizemos a abordagem”, explicou o delegado.
Para os policiais, ele confirmou que portava arma de fogo e indicou que o colete e distintivo da Polícia Civil estavam na casa da mãe dele. “Seguimos então para o edifício, onde fomos atendidos pela mãe do conduzido, que nos convidou para entrar e mostrou o quarto do suspeito, indicando onde estava o colete e o distintivo, sendo estes recolhidos pela equipe”, detalhou o delegado.
Em depoimento, o homem alegou que a arma usada por ele era do pai, que era inspetor penitenciário de determinação temporária. Já o colete não teve nenhum documento apresentado. Ao consultarem os antecedentes criminais do chefe de segurança, os policiais constataram que ele já tinha passagens pelos crimes de ameaça, estelionato e vias de fato.
Ele foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e falsa identidade, sendo encaminhado para o Centro de Triagem de Viana (CTV), ficando à disposição da Justiça.

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