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Bairro da Penha: madrugada de tiroteio e confronto com a PM

Região está ocupada pela PM por tempo indeterminado justamente pelo aumento significativo de confrontos

Publicado em 16/02/2020 às 10h31
Atualizado em 17/02/2020 às 12h14
Policiamento reforçado no Bairro da Penha, em Vitória. Crédito: Fernando Madeira | Arquivo | A Gazeta
Policiamento reforçado no Bairro da Penha, em Vitória. Crédito: Fernando Madeira | Arquivo | A Gazeta

Na madrugada deste domingo (15), policiais e bandidos trocaram tiros no Bairro da Penha, em Vitória. Segundo informações da PM, durante patrulhamento pelo Bairro da Penha uma equipe se deparou com três indivíduos armados, que efetuaram disparos contra os militares. Os policiais revidaram.

A Polícia Civil, por nota, acrescentou que não houve feridos e detidos. O caso seguirá sob investigação no Serviço de Investigações Especiais  (SIE) do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A Polícia Civil destacou ainda que a população tem um papel importante nas investigações e pode contribuir com informações de forma anônima através do Disque-Denúncia 181, que também possui um site onde é possível anexar imagens e vídeos de ações criminosas, o disquedenuncia181.es.gov.br. O anonimato é garantido e todas as informações fornecidas são investigadas.

OCUPAÇÃO DA PM NO MORRO APÓS CONFRONTOS

Operação da Polícia Militar no Complexo da Penha. Crédito: Fernando Madeira | A Gazeta
Operação da Polícia Militar no Complexo da Penha. Crédito: Fernando Madeira | A Gazeta

Desde o dia 5 de janeiro, policiais militares ocuparam, por tempo indeterminado, o Complexo da Penha, em Vitória. A ação faz parte da Operação Anóxia, com objetivo de justamente impedir confrontos armados na região, que tiveram aumento significativo no mês de janeiro, segundo a corporação.

Para a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Espírito Santo (Sesp), o enfrentamento de bandidos à polícia é visto como um atentado ao Estado e será combatido. 

Roberto Sá

Secretário de Segurança Pública

"O Estado não vai admitir este tipo de enfrentamento. Os nossos policiais devem ser respeitados. Eles não estão sozinhos e serão protegidos. Não vamos aceitar este tipo de ataque contra comunidades e contra os policiais"

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