Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Internados em Vitória

O estado de saúde de mãe e filho soterrados em Santa Leopoldina

Lorenzo Caus, de 6 anos, apresenta problemas de desidratação renal. A mãe dele, Fernanda, sofreu uma fratura no tornozelo e está com vários hematomas no corpo; ambos estão conscientes

Publicado em 14 de Novembro de 2019 às 19:45

Redação de A Gazeta

Publicado em 

14 nov 2019 às 19:45
Família soterrada em Santa Leopoldina Crédito: Reprodução
O menino Lorenzo Caus, de 6 anos, soterrado com os pais e a empregada após um deslizameno de terra em Santa Leopoldina, na Região Serrana do Espírito Santo, está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular de Vitória. A informação foi confirmada por uma tia de Fernanda, mãe de Lorenzo, na noite desta quinta-feira (14). Os detalhes foram apurados pela TV Gazeta.
Penha relatou que o menino apresenta problemas de desidratação renal, porém está consciente. Já Fernanda sofreu uma fratura no tornozelo e está com vários hematomas no corpo, mas também está acordada e consciente. A quarta pessoa que estava na casa no momento do deslizamento de terra era a empregada, que havia acabado de chegar para mais um dia de trabalho. O pai de Lorenzo e esposo de Fernanda, o produtor rural Fabrício Caus, acabou morrendo abraçado à mulher.
O estado de saúde de mãe e filho soterrados em Santa Leopoldina
Já a empregada, está bem, em casa. Ela foi a primeira a ser resgatada e não sofreu nenhum hematoma e nenhuma fratura. 
O velório do Fabrício será realizado nesta sexta-feira (15), na capela do Cemitério Santo Antônio, em Vitória. O enterro será às 17h.

CENA SENSIBILIZOU EQUIPE DE RESGATE

Até mesmo as equipes do Corpo de Bombeiros e do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (Notaer), da Casa Militar, que estão acostumados a realizar resgates, ficaram sensibilizados com o caso da família soterrada em Santa Leopoldina.
"Desde o início do serviço, por volta das 7 horas, nos reunimos para manter o foco e a concentração, apesar de ser uma situação crítica, que nos deixa apreensivos. Apesar de termos experiência, cada caso é um caso, cada dia é um dia, cada voo é um voo. Fica o pesar pela família, que infelizmente foi desmantelada. Foi uma tragédia que resultou em uma família sem o pai. Não tem como não ficarmos tristes com isso, a maioria de nós, da equipe, possui família, filhos... Ficamos muito sensibilizados, mas temos que controlar a emoção para cumprirmos nossa missão", lamentou.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Grande mancha escura preocupo moradores e frequentadores da Praia da Guarderia e Ilha do Frade, em Vitória, em janeiro de 2026
Mancha na Guarderia: o que é preciso aprender com o estudo preliminar
Editais e Avisos - 29/04/2026
Imagem de destaque
Homem coloca fogo na própria moto após ser abordado pela PM em Domingos Martins

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados