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Cerveja mineira

Reportagem de A Gazeta não encontra cervejas da Backer em supermercados de Vitória

A Backer é investigada depois da morte de uma pessoa e a internação de outras dez que teriam consumido a cerveja Belorizontina, fabricada pela empresa de Minas Gerais

Publicado em 14 de Janeiro de 2020 às 15:14

Redação de A Gazeta

Publicado em 

14 jan 2020 às 15:14
Em supermercado de Jardim da Penha, em Vitória, não há mais cervejas da Backer Crédito: A Gazeta
Após uma resolução do Ministério da Agricultura, que suspendeu a comercialização de todos os produtos da cervejaria Backer fabricados entre outubro de 2019 e 13 de janeiro de 2020, a reportagem de A Gazeta fez uma ronda em supermercados de Vitória na manhã desta terça-feira (14) e não encontrou cervejas da empresa mineira nas prateleiras.
A reportagem esteve em unidades de sete redes: OK Hipermercado, Carone, Extra Plus, Epa, Perim, Extrabom e Atacadão. Em todas elas, não foram encontrados nenhum produto da cervejaria mineira. Desde a última semana, alguns supermercados, como o Carone e o Perim, já tinham anunciado que recolheram as cervejas da Backer.
As vigilâncias sanitárias dos municípios da Grande Vitória também intensificaram a fiscalização em supermercados para recolher garrafas de cerveja da Backer. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento determinou na segunda-feira (13) a suspensão da comercialização de todos os produtos da cervejaria mineira fabricados entre outubro de 2019 e 13 de janeiro de 2020.
A Backer é investigada depois da morte de uma pessoa e a internação de outras dez que teriam consumido a cerveja Belorizontina, fabricada pela empresa de Minas Gerais.
O capixaba Luiz Felippe Teles Ribeiro, de 37 anos, é um dos contaminados e está internado em estado grave. De acordo com amigos, o quadro clínico do engenheiro é estável. Natural de Marataízes, Luiz Felippe vive em Belo Horizonte com a mulher, onde trabalha como engenheiro metalúrgico.

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