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Covid-19

O que tem sido feito para que o coronavírus não se espalhe no ES?

Atualmente, um caso da doença foi confirmado no Estado e quatro suspeitas estão sendo investigadas

Publicado em 06 de Março de 2020 às 06:00

Redação de A Gazeta

Publicado em 

06 mar 2020 às 06:00
Oito casos de coronavírus estão confirmados no Brasil Crédito: Divulgação
O que tem sido feito para que o coronavírus não se espalhe no ES?
A confirmação do primeiro caso de uma paciente contaminada pelo coronavírus no Espírito Santo acendeu um alerta: como evitar que o vírus se espalhe no Estado?  Atualmente, quatro casos suspeitos no Estado  ainda estão sendo investigados e oito foram descartados. 
No que diz respeito ao poder público, o coordenador  do Centro de Operações Estratégicas da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), Luiz Carlos Reblin, explica que todas as medidas cautelares têm sido tomadas.  "Todo o esforço é para detectar e identificar alguém que possa ter contraído o coronavírus, fazer testes com a pessoa para descartar ou confirmar a doença. Se verificarmos um provável ou confirmado o caso, essa pessoa será isolada em seu domicílio se os sintomas forem leves  ou em hospitais se o caso for grave,  diminuindo a circulação do vírus", observou. 
Porém, Reblin chama a atenção para a necessidade de participação efetiva da população. "É preciso que a população contribua como no combate a qualquer outra doença respiratória, fazendo a higiene das mãos, evitando contato com pessoas que já estejam com  doença respiratória, e evitando também compartilhar utensílios na residência ou local de trabalho, por exemplo", explicou. 
O coordenador disse que os cuidados individuais ajudam bastante na prevenção, pois evitam a transmissão, mas pontua que o sistema de saúde está preparado para identificar uma pessoa suspeita de portar o vírus e agir. 
"O sistema está preparado para essas situações,  temos hospitais de referência para tendimento e cada caso será acompanhado pela rede de saúde municipal de cada cidade de registro", enfatizou.
Crédito: Reprodução | Freepik
AS MEDIDAS

FORÇA-TAREFA COM MUNICÍPIOS

A capixaba de 37 anos que foi diagnosticada com a doença é considerada pela Secretaria de Saúde (Sesa) um caso “importado”, já que ela viajou à Itália e apresentou os primeiros sintomas  no dia 22 de fevereiro, após voltar  para o Brasil. Residente de Vila Velha,  a mulher ficou nove dias internada e já recebeu alta. A contagem dos 14 dias do período de transmissão da doença começa a partir da apresentação dos sintomas. No caso da paciente, esse intervalo de tempo já está na reta final.  Segundo a Sesa, ela deve sair do isolamento na próxima semana. 
Os familiares da mulher diagnosticada com o novo coronavírus estão sendo monitorados, mas seguem sem isolamento e só passarão por procedimentos caso apresentem os sintomas das doenças.  As outras pessoas que tiveram contato com ela durante esses dias também estão sendo acompanhadas.
Desde o início dos primeiros casos de Covid-19 na China, o Espírito Santo elaborou um plano de contingência para evitar a circulação do vírus no Estado. Segundo a Secretaria de Saúde (Sesa), todos os profissionais já estão sendo orientados e capacitados para identificação da infecção. Os municípios também estão orientados a realizarem a comunicação obrigatória por meio do FormSUS, para que haja a notificação imediata dos possíveis casos. Na rede particular, também estão recebendo treinamentos para aprender ou ampliar os conhecimentos sobre a doença. 
A Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) aumentou para seis o número de hospitais considerados referências para tratar a doença no Estado.  Inicialmente, eram considerados referências o Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória, o Infantil de Vitória, e o Hospital Estadual Jayme dos Santos Neves, na Serra. Agora entram para essa lista o Hospital Estadual Roberto Arnizaut Silvares, em São Mateus, o Hospital Estadual Silvio Ávidos, em Colatina, a Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro de Itapemirim e o Hospital Infantil de Cachoeiro de Itapemirim.
O governo atribuiu ao Centro de Operação de Emergências em Saúde Pública do Espírito Santo (COE COVID - 19) a responsabilidade de planejar as medidas a serem adotadas, levando em conta as diretrizes do Ministério da Saúde, encaminhar ao governo federal os relatórios sobre a situação do Estado e promover ações integradas entre vigilância em saúde, assistência e outros órgãos envolvidos na prevenção e controle da infecção humana pelo novo coronavírus, entre outras competências.

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