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PIB capixaba

Economia do ES cresce 2,5% no 1° semestre com alta em comércio e serviços

O crescimento foi impulsionado pelo avanço de 8,9% do setor de serviços e de 9,7% do comércio varejista; os dois segmentos representam quase 70% da economia capixaba

Publicado em 05 de Setembro de 2023 às 16:38

Leticia Orlandi

Publicado em 

05 set 2023 às 16:38
Setores de comércio e serviços cresceram 5% no ano passado
Setores de comércio e serviços representam quase 70% da economia capixaba Crédito: Divulgação
Nos primeiros seis meses de 2023, a economia do Espírito Santo cresceu 2,5%, ao comparar com o primeiro semestre de 2022. No segundo trimestre deste ano, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 0,3% ante os três primeiros meses. O crescimento da economia capixaba foi impulsionado neste período pelo avanço de 8,9% do setor de serviços e do crescimento de 9,7% do comércio varejista, setores que juntos representam quase 70% da economia do Estado.
Em valores correntes, o PIB capixaba chegou a R$ 50,3 bilhões no segundo trimestre de 2023, acumulando R$ 184,7 bilhões nos últimos quatro trimestres. Os dois valores representam recorde na série histórica, apurada desde 2009. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (5) pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN). 

R$ 50,3 bilhões

FOI O ACUMULADO DO PIB CAPIXABA NO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2023
O crescimento do comércio varejista ampliado foi impulsionado, principalmente, pelo crescimento de 21,8% no setores de veículos, motocicletas, partes e peças e 2,7% do varejo restrito. Outro destaque foi o setor de supermercados e hipermercados, com alta  de 8%. Para o diretor do IJSN, Pablo Lira, o aumento das vendas na área do comércio que engloba veículos foi influenciada pelo período de vigência do incentivo do governo federal para incentivar a venda de automóveis, que resultou em descontos para os consumidores.
Já a expansão do setor de serviços foi puxada pelos aumentos de 12,6% em serviços profissionais, administrativos e complementares e 10,5% em transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio.
Economia do ES cresce 2,5% no 1º semestre com alta em comércio e serviços

Indústria

Embora tenha crescido em menor escala, a expansão de 0,5% da indústria geral também contribuiu positivamente para o resultado. A indústria extrativa cresceu 6,9%, suavizando a queda de 9,7% da indústria de transformação.
“É importante destacar que é a segunda performance consecutiva positiva da indústria extrativa. Após vários trimestres em queda, o setor apresentou crescimento de 6,9% no acumulado do ano. Na comparação interanual, os resultados foram influenciados diretamente pelo aumento de 13,3% na produção de pelotas de minério de ferro, aumento de 23,5% na produção de petróleo e 6,2% no gás natural”, explicou o diretor de Integração do IJSN, Antonio Ricardo da Rocha.

Agricultura

Em relação à agricultura capixaba, os resultados esperados para as principais culturas mostram que há expectativa de aumento na produção em cinco e queda em outras cinco: café conilon (-14,7%), café arábica (-22,2%), pimenta-do-reino (+1,7%), banana (+3,2%), mamão (-18,1%), tomate (-2,0%), cana-de-açúcar (-0,5%), cacau (+15,8%), coco (+9,3%) e mandioca (+0,9%).
"Essa previsão aponta uma queda de 14,7% no volume de café conilon decorrente de eventos climáticos, como chuva em excesso no momento da florada em alguns municípios, e falta de chuva em outros. Já a safra do café arábica foi prejudicada, além desses eventos climáticos, pelo fato de estarmos na bienalidade negativa do arábica", pontuou Antonio Ricardo. 

Inflação e empregos

O estudo feito pelo IJSN apontou ainda cálculo de inflação em 3,1% no primeiro semestre, tendo contribuído para a alta o crescimento em educação (+7,1%), saúde e cuidados pessoais (+5,3%) e comunicação (+4,6%).  Já o emprego formal teve saldo de 29 mil novos postos no período, totalizando 848.265 ocupados com carteira assinada. Só o setor de serviços criou 12 mil vagas, enquanto a construção teve mais 5,7 mil e a indústria geral abriu 4,3 mil postos de trabalho.
Outro dado apurado é o resultado do comércio exterior. As exportações tiveram queda de 1,75% e as importações tiveram redução mais acentuada (-7,71%). 

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