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Ex-secretário do ES

Bruno Funchal é um dos cotados para substituir Waldery na Fazenda

O Ministério da Economia avalia outros dois nomes de sua equipe. Troca, no entanto, não deve ocorrer agora, segundo jornal Folha de S.Paulo

Publicado em 21 de Setembro de 2020 às 13:51

Redação de A Gazeta

Publicado em 

21 set 2020 às 13:51
Bruno Funchal assume o comando do Tesouro Nacional no dia 31 de julho de 2020
Bruno Funchal é um dos nomes estudados por Guedes para assumir a Fazenda Crédito: Tonico/Assembleia Legislativa do ES
O secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, é um dos cotados para substituir Waldery Rodrigues, o atual secretário especial da Fazenda, no Ministério da Economia. A pasta, aliás, estuda outros dois nomes para o posto. As outras opções são os assessores especiais de Paulo Guedes, Esteves Colnago e Jeferson Bittencourt. A informação é da Folha de S.Paulo.
Ex-secretário da Fazenda do Espírito Santo na gestão Paulo Hartung, Funchal, que atuava como diretor de projetos no Ministério da Economia, assumiu o Tesouro em julho deste ano depois que Mansueto de Almeida pediu demissão do cargo.  
A substituição, no entanto, não deve ocorrer rápido, de acordo com o jornal.
A saída de Waldery está sendo cogitada desde a semana passada quando o presidente Jair Bolsonaro fez um vídeo nas redes sociais contrariando uma proposta apresentada pelo secretário especial. A ideia era cortar benefícios para pessoas com deficiência e idosos e congelar as aposentadorias para sobrar dinheiro para o programa Renda Brasil.
Na live, Bolsonaro disse que poderia dar um cartão vermelho para quem divulgou as informações. Desde então, para muitos, a permanência de Waldery, que havia divulgado o projeto no dia anterior, tornou-se insustentável, embora ele seja reconhecido como um servidor leal, dedicado e que tem importância técnica para o ministério.
Uma das saídas para o "vice-ministro", como Waldery é chamado, é indicá-lo para o Banco Interamericano de Desenvolvimento. Com a saída dele, abriria a vaga para o cargo mais relevante no Ministério da Economia.
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