Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Reintegração

Trecho de ferrovia bloqueado por indígenas em Aracruz é liberado

Eles tinham voltado a impedir a passagem dos trens em protesto pelas indenizações ligadas ao desastre da barragem de Fundão

Publicado em 21 de Janeiro de 2026 às 13:20

Adrielle Mariana

Publicado em 

21 jan 2026 às 13:20
Justiça manda liberar trecho de ferrovia bloqueado em Aracruz
Justiça manda liberar trecho de ferrovia bloqueado em Aracruz Crédito: Alberto Costa
A Justiça Federal determinou que seja feita, novamente, a liberação de um trecho da ferrovia Vitória-Minas que passa por Aracruzno Norte do Espírito Santo, nesta quarta-feira (21), que estava bloqueado por indígenas. A ação aconteceu de forma pacífica e foi acompanhada pela Polícia Federal e Militar.
O trecho chamado de ramal Piraquê-Açu havia sido liberado no dia 6 de janeiro, mas voltou a ser bloqueado pelos indígenas Tupiniquim e Guarani dois dias depois. Segundo as lideranças indígenas, o protesto e o bloqueio estão relacionados às indenizações pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), ocorrido em 2015.
Eles afirmam que nem todas as comunidades afetadas foram incluídas no acordo e que há dúvidas sobre os critérios usados para definir quem tem direito à reparação.
Na decisão, a Justiça determinou que os indígenas mantenham uma distância mínima de 15 metros da ferrovia para evitar novos bloqueios e autorizou a realização de monitoramento permanente do trecho. Caso a ordem seja descumprida, a Polícia Federal deverá ser acionada.
O ramal liga a ferrovia aos portos de Aracruz, como o Portocel e o Porto da Imetame, e é usado para o transporte de celulose e outros produtos. De acordo com a Vale, os prejuízos causados pelas interdições já passam de R$ 200 milhões. 
Em nota, a Vale informou que a Justiça determinou a liberação do trecho e que os acordos estão sendo cumpridos pela Samarco. Já a Samarco afirmou que segue com o compromisso com a reparação definitiva aos povos indígenas, comunidades quilombolas e tradicionais impactadas pelo rompimento da barragem, conforme estabelecido no novo acordo do Rio Doce. 

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Homem é indiciado por matar jovem com 10 facadas em São Domingos do Norte
Imagem BBC Brasil
Como Japão abandonou política pacifista e se opôs à China
Imagem de destaque
Trump cancela ida de enviados americanos ao Paquistão para negociaçōes com Irã

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados