Repórter / [email protected]
Repórter / [email protected]
Publicado em 12 de janeiro de 2022 às 21:38
O nível do Rio Doce – que atravessa três cidades do Norte do Espírito Santo – continua subindo e chegou a 5,60 metros no final da tarde desta quarta-feira (12), em Linhares. O nível atingido supera em mais de dois metros a cota de inundação. Em decorrência da cheia, 12 famílias estão desabrigadas e sendo acolhidas em um ginásio esportivo.>
As regiões mais afetadas são o bairro Olaria e a comunidade de Jataipeba, no interior do município, onde o cadeirante Werley Vieira ficou ilhado em uma fazenda e precisou ser resgatado por uma equipe do Corpo de Bombeiros, junto da mulher. O vídeo abaixo mostra o momento do socorro:>
No distrito de Povoação, os moradores também estão ilhados. A ES 248 está interditada e na ES 010 só veículos altos ainda conseguem passar. Três famílias que moram na região precisaram ser retiradas de barco. Produtores rurais têm resgatado animais que ficam em terrenos marginais.>
De acordo com a Defesa Civil de Linhares, toda a região ribeirinha do município já foi atingida pela cheia do Rio Doce. Na localidade de Brejo Grande, por exemplo, motoristas não conseguem passar pela estrada. A expectativa é que o nível do rio chegue a 5,70 metros até às 23h desta quarta-feira (11).>
>
é a cota de inundação do Rio Doce em Linhares, no Norte do ES
Apesar dos últimos dias não terem sido de chuva na cidade, a cheia do Rio Doce é consequência das fortes precipitações registradas em Minas Gerais – região da nascente e por onde percorrem outros importantes rios que são afluentes da bacia hidrográfica, como os Piracicaba e Santo Antônio. >
A Defesa Civil de Linhares afirmou que permanece em alerta, com um esquema de plantão 24 horas e pede aos moradores de áreas de risco para redobrarem a atenção. As equipes podem ser acionadas pelo telefone (27) 9 9983-5661 ou pelos números 153 (da Guarda Civil) e 193 (dos Bombeiros).>
Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem.
Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta