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Coronavírus no ES

Nova Venécia vai adotar o uso da cloroquina para tratar a Covid-19

O medicamento deverá ser prescrito por um médico, mas o paciente que optar pela utilização do medicamento também deverá assinar um termo de responsabilidade

Publicado em 25 de Junho de 2020 às 16:08

Redação de A Gazeta

Publicado em 

25 jun 2020 às 16:08
Remédio, cloroquina
Nova Venécia vai adotar o uso da cloroquina para tratar a Covid-19 Crédito: Pixabay
A Secretaria Municipal de Saúde de Nova Venécia, no Noroeste do Espírito Santo, confirmou, nesta quinta-feira (25), que está finalizando um protocolo para regulamentar o uso da cloroquina em pacientes que fazem o tratamento da Covid-19.
Nova Venécia vai adotar o uso da cloroquina para tratar a Covid-19
De acordo com a prefeitura, até então o uso da cloroquina não havia sido regulamentado pelo Estado, por isso o município ainda não tinha amparo legal para utilizar. Mas, após a divulgação da nota técnica da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o Executivo  vai solicitar o medicamento para disponibilizar aos pacientes com coronavírus.
A Prefeitura destacou que, segundo  o protocolo que está em fase final de elaboração, o medicamento deverá ser prescrito por um profissional médico, conforme orientações do Ministério da Saúde. O paciente que optar pela utilização também deverá assinar um termo de responsabilidade.
Prefeitura de Nova Venécia
Prefeitura de Nova Venécia Crédito: Divulgação | Prefeitura de Nova Venécia
O secretário de Saúde de Nova Venécia, Felipe Barbosa dos Santos, explicou a adesão ao medicamento. “Em relação ao uso da cloroquina, não era permitido, mas agora temos amparo legal para isso e estamos fazendo o que podemos para disponibilizarmos o medicamente para aqueles pacientes que optarem por fazer o uso. A cloroquina é mais uma alternativa, mas é preciso haver um entendimento entre o profissional médico e o paciente.”, conclui o secretário.
O município informou que ainda não tem a medicação em estoque para utilização por não se tratar de uma mediação padrão na rede pública municipal, mas, com o protocolo elaborado, vai oficializar o pedido do medicamento junto ao Ministério da Saúde. Segundo a Secretaria, devido à alta procura, a cloroquina se tornou um medicamento escasso no mercado e a prefeitura não conseguiu fornecedor para realizar a compra.

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