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Ideb 2019: 90,7 % dos alunos da rede pública do ES tiveram bom desempenho

Segundo o governo do Estado, dados do Ideb 2019 indicam que melhoria do desempenho no ensino médio da rede estadual está distribuída, ou seja, o resultado não ficou concentrado em uma região ou grupos de escolas

Publicado em 15/09/2020 às 20h33
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A avaliação dos alunos do ensino médio demonstrou que a melhoria de desempenho está distribuída no ES. Crédito: Freepik

Um recorte dos dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2019 aponta que, no Espírito Santo, a melhoria do desempenho no ensino médio da rede pública estadual está distribuída, ou seja, o resultado não ficou concentrado em uma região ou grupos de escolas. O Estado ficou em segundo lugar no país no ranking de instituições das redes estaduais

O secretário estadual da Educação, Vitor de Angelo, apresentou, durante coletiva na tarde desta terça-feira (15), um gráfico com a faixa de notas de todos os Estados e do Distrito Federal, e o Espírito Santo tem 90,7% das escolas da rede nos dois maiores níveis de avaliação. 

As instituições de ensino são distribuídas por quatro faixas: notas até 3,1; de 3,2 a 4,1; de 4,2 a 5,1; e 5,2 ou mais. Além de concentrar a maioria na porção superior, a rede estadual do Espírito Santo não tem nenhuma escola no menor nível de avaliação. 

Resultado do desempenho da rede estadual nos municípios
Resultado do desempenho da rede estadual nos municípios. Crédito: Divulgação/Sedu

"Ficamos muito contentes ao perceber que, não só conseguimos dialogar com a rede e conseguir excelentes resultados nos parâmetros do Ideb, mas também diminuir a desigualdade. Não é só qualidade, mas equidade", ressaltou Vitor de Angelo.

O secretário lembrou que, em outros momentos, a estratégia de melhoria de desempenho da rede estadual era direcionada. "Há, agora, melhor distribuição e menor injustiça. Não é um investimento em determinados lugares, centros de excelência ou determinadas regiões. Focamos em todo o território capixaba", argumentou.

Para ter um desempenho mais equilibrado, Vitor de Angelo conta que o primeiro passo foi identificar as regionais de Educação e escolas que apresentavam os resultados mais insatisfatórios e, nessas unidades, reforçar ações pedagógicas para melhorar o aprendizado. O problema era mais evidente em escolas na Grande Vitória, que também concentra boa parte das matrículas da rede estadual. Avaliações periódicas para diagnóstico das dificuldades, e trabalhos para superar o déficit nas áreas identificadas, foram algumas das medidas adotadas. 

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