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Covid-19: casal que vende chup-chup há décadas em Vitória é internado

Nedjed Lobo Giurizatto, mais conhecido como "Gedão" e Maria Angélica Soneghet são conhecidos por vender chup-chup na porta de escolas há mais de 30 anos

Vitória
Publicado em 24/09/2021 às 21h21
Nedjed Lobo Giurizatto, mais conhecido como
Nedjed Lobo Giurizatto, mais conhecido como "Gedão", e Maria Angélica Soneghet, de 65 anos, vendem chup-chup há mais de 30 anos em Vitória. Crédito: @gedaochupchup | Instagram

Um casal conhecido por vender chup-chup na porta de escolas em Vitória foi internado após complicações da Covid-19. Nedjed Lobo Giurizatto, mais conhecido como "Gedão" — e querido pelos clientes de todas as idades, tem 69 anos e foi internado na última quarta-feira (15).

Em entrevista à reportagem de A Gazeta, o filho de Gedão e de Maria Angélica Soneghet, de 65 anos, contou que os pais vendem chup-chup há cerca de 34 anos, e que esta é a única fonte de renda dos dois. Bernardo Soneghet Giurizatto, de 39 anos, contou que o casal iria tomar a terceira dose de vacina contra a Covid-19 nesta semana.

"Eles também tomaram a vacina da gripe. Meu pai foi intubado na sexta-feira (17) e está em um quadro bem delicado, mas se recupera aos poucos", disse. Já dona Maria Angélica estava sendo acompanhada na própria casa, mas na última quinta-feira (23) também precisou ser internada em um hospital de Vitória.

"Tenho a confiança na recuperação dos dois porque sei que são guerreiros, exemplo de garra e dedicação. Essa é apenas mais uma dificuldade que será superada com a ajuda de Deus, da equipe médica e de todos os fregueses, familiares e amigos", afirmou Bernardo.

CASAL RECEBE AJUDA DE CLIENTES E AMIGOS

Júlia Chieppe Moura Motta, de 34 anos, conheceu Gedão e Maria Angélica há mais de 20 anos, quando os dois já vendiam chup-chup na porta da escola Leonardo Da Vinci, em Vitória, onde ela estudava. A mulher conta que ficou sabendo da internação e logo compartilhou com amigos nas redes sociais.

Família e amigos divulgam pedido de ajuda para Ger
Família e amigos divulgam pedido de ajuda . Crédito: Reprodução

"Conheci os dois há uns 20 anos e eles continuam lá até hoje. Quando fiquei sabendo que estavam com Covid e internados, postei no grupo da família e no meu Instagram. Várias pessoas começaram a repostar e me mandaram mensagem falando que ajudaram", finalizou.

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