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Educação na Pandemia

Aulas nas escolas estaduais do ES seguirão modelo híbrido em 2021

Previsão é de que, no próximo ano letivo, alunos da rede estadual de ensino realizem parte das atividades na escola, e parte em casa, remotamente

Publicado em 20 de Outubro de 2020 às 18:47

Redação de A Gazeta

Publicado em 

20 out 2020 às 18:47
Aulas a distância tem se mostrado um desafio para alunos e professores
Jovem assistindo videoaula no notebook / ensino a distancia Crédito: Annie Spratt/Unsplash e Julia Cameron/Pexels
Ao passo que ainda não há previsão para vacinação de crianças e adolescentes na primeira fase de imunização contra a Covid-19, o a Secretaria de Educação (Sedu)  do Estado já se planeja para manter um modelo de ensino híbrido aos alunos da rede estadual durante o ano letivo de 2021.
"A gente já trabalha com essa possibilidade, fazendo um planejamento de modelo híbrido para 2021, com momentos presenciais, momentos não presenciais, e vamos fazendo os ajustes conforme necessário", explicou a subsecretária de Estado da Educação Básica e Profissional, Andréa Guzzo, em entrevista à CBN Vitória, na manhã desta terça-feira (20).
Esse planejamento prévio permite que as escolas já se estruturem, de antemão, para a eventualidade de haver alunos infectados pelo novo coronavírus. Desta forma, caso a escola precise suspender o ensino presencial, temporariamente, não haveria prejuízos ao processo de aprendizagem.
Segundo informações obtidas pela CBN Vitória, a Prefeitura de Vila Velha também pretende adotar o modelo híbrido nas escolas da rede municipal.

REPROVAÇÃO

Os alunos de Ensino Fundamental, Médio, Profissionalização e EJA (Educação de Jovens Adultos) da rede estadual que não tiverem uma participação mínima nas aulas, caracterizada, especialmente, pela entrega de atividades, serão considerados desistentes no ano de 2020 e terão que repetir o período letivo em 2021.
Já os alunos que participaram das aulas, e entregaram atividades terão a aprovação automática, segundo a subsecretária de Estado da Educação Básica e Profissional, Andréa Guzzo. 
Ela observa que os professores têm aplicado atividades avaliativas, seja por meio de questionários, atividades de produção textual, entre outros. As tarefas, entretanto, não tem função de aprovar ou reprovar, e sim diagnosticar o que o aluno aprendeu, e se é preciso realizar atividades de reforço para que o conteúdo seja melhor absorvido.

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