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Justiça

Ex-'BBB', capixaba Gizelly diz que pretende ajudar presidiárias

Polêmica e uma das 'personagens' mais marcantes do 'BBB20',  Gizelly revelou que ela e a ex-sister Marcela McGowan querem realizar ações sociais voltadas às mulheres.

Publicado em 05 de Maio de 2020 às 18:56

Redação de A Gazeta

Publicado em 

05 mai 2020 às 18:56
Giselly passeia de barco no Canal de Camburi
Giselly passeia de barco no Canal de Camburi Crédito: Reprodução/Instagram
Polêmica e uma das "personagens" mais marcantes do "BBB20", a capixaba Gizelly Bicalho revelou que ela e a ex-sister Marcela McGowan, amigas de confinamento, pretendem prestar assistência a presidiárias e realizar ações sociais voltadas às mulheres.  
"Eu e Marcela estamos pensando em ações sociais voltadas para mulheres. Eu com o direito e ela com a medicina. Minha missão na Terra é trabalhar com mulheres. Pensamos em fazer ações sociais em presídios femininos, cuidando delas e dando assistência. Elas são maltratadas, abandonadas, sem vaidade. Na casa, eu falei coisas que acho que muita gente ainda não tinha ouvido", disse a ex-sister em entrevista à "Quem".
A advogada criminal falou ainda sobre as "mazelas" da advocacia e o envolvimento de mulheres em crimes. "Vou militar onde estiver. Muita gente não conhece as mazelas da advocacia criminal. Na maioria das vezes, as mulheres cometem crimes por conta dos namorados, maridos, primos, tios ou por legítima defesa. Marcela já se comprometeu, e Manu disse que posso contar com ela também", afirma.
Gizelly também relembrou de quando falou no reality show sobre o relacionamento abusivo que viveu. "Minha mãe me avisou para não falar da violência doméstica, e contei logo na primeira semana. Acho importante falar. Estava num namoro que não tinha agressão, mas tinha falas que não eram legais. Meu padrão de relacionamento era: 'o homem manda na mulher, ela fica em casa em silêncio e apanha'. Aprendi estudando o feminismo. Se eu toquei pelo menos duas pessoas com a minha história, já valeu. A violência não começa com um tapa na cara ou tiro, mas com ciúmes e discurso", explicou a advogada.

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