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Drogas e vida promíscua

Andressa Urach abre o jogo sobre recaída e sífilis: 'Caindo no pecado'

Em 'Desejos da Alma', segundo livro de Andressa Urach desde que ela se converteu para a igreja de Edir Macedo, traz novas revelações da vida da ex-Miss Bumbum

Publicado em 24 de Outubro de 2019 às 08:28

Redação de A Gazeta

Publicado em 

24 out 2019 às 08:28
A ex-Miss Bumbum Andressa Urach Crédito: Reprodução/Instagram @andressaurachoficial
Andressa Urach, que recentemente revelou que se mantinha na mídia num passado não muito distante só para aumentar o valor que cobrava para se prostituir, agora chega com novas polêmicas. Em "Desejos da Alma", seu novo livro lançado pela editora Unipro, ela diz que teve recaída em seu voto de castidade. Em entrevista à revista Quem, ela explicou que não conseguiu conter o desejo quanto voltou a se relacionar com Tiago Costa, pai de seu filho, Arthur. 
"Quando me converti, abri mão da vida sexual. Depois de dois anos sem fazer sexo, acabei caindo no pecado com o meu ex-marido. Só que na época a gente não estava casado. Veio a culpa porque eu errei. Nem gosto de falar sobre isso porque não gosto de falar dos outros. Foi uma escolha minha. Eu não deveria ter me relacionado com ele. Não era a vontade de Deus, ele não tinha a mesma fé. É difícil para uma pessoa que não é cristã entender que o sexo só deve ser feito depois do casamento. Me fazia mal desobedecer a Deus e me prejudicou. Quase me perdi nisso. A escolha errada na vida sentimental quase me abalou espiritualmente. Escolher um relacionamento tem que ser muito bem pensado. A ansiedade me atrapalhou", disse a bonita à publicação, que anunciou o fim do casamento em 2017 depois de seis meses de selada a união. 
Aos 32 anos de idade, atualmente Andressa está solteira e não procura um novo relacionamento. Segundo ela, há dois anos ela não sabe nem o que é beijar na boca. 
Mas, neste ano ao doar sangue no Sul do País, ela descobriu que estava com sífilis. "Fui descobrir neste ano e foi um choque para mim. Descobri quando fui doar sangue no Sul em uma campanha. O hospital me chamou e recebi o diagnóstico de sífilis. Não sei de onde veio. Vi Deus me guardando porque o estágio ainda era o primeiro. Não tinha nem os sintomas ainda. Não tinha nada! Não sei de onde veio, se foi do hospital, da vida promíscua que eu tinha ou de um relacionamento. Mas se for parar para pensar, se eu tivesse isso há dois ou quatro anos, já era para estar no estágio final. Minha última relação sexual foi há dois anos. Vi Deus me guardando porque se estivesse em estado avançado poderia ter me levado à morte", contou ela à Quem, explicando que fez tratamento de três semanas com injeções especiais. 

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