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Cultura

Vitória lança Plano Museológico para a Casa Porto das Artes Plásticas

O plano, elaborado por Felipe Carvalho, estrutura as principais ações a serem desenvolvidas pelo local nos próximos cinco anos

Publicado em 23 de Dezembro de 2020 às 17:42

Redação de A Gazeta

Publicado em 

23 dez 2020 às 17:42
Plano estrutura as principais ações e programas a serem desenvolvidos pela Casa Porto nos próximos cinco anos
Plano estrutura as principais ações e programas a serem desenvolvidos pela Casa Porto nos próximos cinco anos Crédito: Divulgação/PMV
A Prefeitura Municipal de Vitória lançou, nesta segunda-feira (21),  o Plano Museológico da Casa Porto das Artes Plásticas, um documento inédito para um museu da capital. O plano, elaborado pelo museólogo Felipe Carvalho, estrutura as principais ações e programas a serem desenvolvidos pelo local nos próximos cinco anos. O projeto pode ser conferido na internet.
O Plano Museológico se constitui como a principal ferramenta de planejamento do museu em conformidade com as legislações vigentes. O processo de construção envolveu toda a equipe interna da Casa Porto, bem como funcionários diretos, terceirizados e estagiários, além de colaboradores externos e membros da sociedade civil.
A coordenadora da Casa Porto, Kênia Lyra, destaca que a elaboração do documento foi um processo de seis meses, gerando maior amadurecimento da instituição. "Elaborar o Plano Museológico significou pensar minuciosamente as questões que permeiam a instituição. O processo reafirmou a identidade desse espaço cultural e sua relevância para a cidade, razão pela qual o museu merece ser qualificado ainda mais".
Para o secretário municipal de Cultura, Francisco Grijó, o Plano Museológico consolida a Casa Porto como um importante espaço cultural municipal e garante a artistas e sociedade as formas de acesso a essa instituição e à arte ali exposta.
"Enquanto museu público, o Plano Museológico é uma ferramenta de participação da sociedade. E essa participação se dá, de forma efetiva, por meio de uma estratégia que possa gerar fomento, acessibilidade, desenvolvimento e preservação, elementos tão necessários a uma sociedade, tão fundamentais à vida. Construir documentos é estratégico para o alcance de resultados legítimos. O Plano Museológico é o caminho para se chegar a esse destino", afirmou Grijó.

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