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Cultura

Google lança ferramenta capaz de traduzir hieróglifos com inteligência artificial

Fabricius está disponível apenas em inglês e em árabe atualmente

Publicado em 17 de Julho de 2020 às 11:45

Redação de A Gazeta

Publicado em 

17 jul 2020 às 11:45
Exemplo de mensagem com hieróglifos traduzida com a inteligência artificial do Google
Exemplo de mensagem com hieróglifos traduzida com a inteligência artificial do Google Crédito: Google
O Google lançou uma nova ferramenta capaz de traduzir palavras e emojis em hieróglifos, e que deve ir se aprimorando a partir do uso dos usuários com baseada em inteligência artificial. Atualmente, o recurso está disponível apenas em inglês e em árabe.
A novidade foi adicionado ao aplicativo Arts & Culture do Google e recebe o nome Fabricius. Segundo a BBC, é a primeira ferramenta a ser treinada por inteligência artificial para entender o que é um hieróglifo. Em teoria, deve melhorar com o tempo, à medida que mais pessoas o usam.
O usuários poderão traduzir palavras e emojis, mas também fazer upload de hieróglifos reais e aprimorá-los digitalmente, seja desfazendo desbotados ou ajudando a reconstruir pedaços quebrados, tudo com base em um banco de dados que o Google espera ampliar à medida que as pessoas adicionem símbolos ao sistema.
Tradutor de hieróglifos do Google
Tradutor de hieróglifos do Google Crédito: Reprodução
Uma versão do Fabricius foi oferecida a egiptólogos profissionais, antropólogos e historiadores, para apoiar suas pesquisas. Ouvido pela BBC, o professor Roland Enmarch, da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, afirma, no entanto, que a ferramenta ainda não exclui um especialista em hieróglifos.
"Existem obstáculos muito grandes para a leitura de hieróglifos, porque eles são artesanais e variam enormemente ao longo do tempo no nível de detalhes pictóricos e entre entalhadores/pintores individuais. Ainda assim, este é um passo importante", afirmou o especialista à BBC.
A ferramenta foi criada em colaboração com o Centro Australiano de Egiptologia, da Universidade Macquarie. "A digitalização de material textual que era até agora apenas em livros manuscritos revolucionará completamente a maneira como os egiptólogos fazem negócios", afirma Alex Woods, pesquisador do centro.

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