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Opinião da Gazeta

Quem pode reduzir a violência no trânsito?

Não somente os condutores têm responsabilidades na construção de um trânsito mais civilizado, mas também os pedestres. Todos precisam ter noção do seu papel nas ruas, ou a carnificina não terá fim

Publicado em 22 de Setembro de 2025 às 01:00

Públicado em 

22 set 2025 às 01:00

Colunista

Motorista de carro ao volante
Motorista de carro ao volante Crédito: Reprodução
Mais fiscalização. Mais multas. Mais punição. Todas essas demandas são corretivas; são o freio necessário quando o bom senso foi abandonado. E é essa a sensação que se tem nas ruas, para além dos acidentes que matam e ferem tantas pessoas diariamente, o que chama atenção é a própria conduta de quem está lá, sendo parte do trânsito. O desrespeito às regras básicas, que existem justamente para garantir segurança a todos, ocorre o tempo todo, em qualquer lugar.
Semáforos, por exemplo, viraram adornos coloridos, difícil é não flagrar um carro ou uma moto avançando. Afinal, ninguém quer perder tempo parado em um sinal. O trânsito é um campo de batalha no qual a disputa não tem vencedores, ela faz todos perderem. Uma ultrapassagem indevida, uma velocidade acima do permitido e tantas outras infrações feitas por quem quer tirar o atraso são um benefício temporário com um risco muito alto.
É bem conveniente que a Semana Nacional de Trânsito deste ano, que vai até a próxima quinta-feira (25), tenha o tema “Desacelere – seu bem maior é a vida”. Não dá para encarar como um clichê, o caos no trânsito chegou a um ponto que não dá para tratá-lo com cinismo.
Pessoas morrem todos os dias — de janeiro a junho deste ano, foram 450 mortes no trânsito capixaba — e ainda não estamos sendo capazes de, como sociedade, nos indignar com isso.
Há cidadãos que reclamam tanto que não querem ser tutelados pelo Estado, mas o trânsito mostra que sim, ainda dependemos de multas e fiscalizações para forçar os condutores a agirem dentro das normas do Código de Trânsito Brasileiro.
Mas seria interessante que começassem a mudar isso, fortalecendo o próprio conceito de vida em sociedade. O princípio todos conhecem, só não colocam em prática: se todos andarem na linha, todos ganham um trânsito mais seguro. 

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