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Créditos

Mesmo com medidas do governo, empréstimos às empresas caem pelo terceiro mês seguido

A liberação de linhas que foram mais procuradas no início da crise, como capital de giro de curto prazo, despencou no mês (-25,2%)

Publicado em 29 de Julho de 2020 às 12:14

Redação de A Gazeta

Publicado em 

29 jul 2020 às 12:14
Pagamento em dinheiro
Para empresas houve redução de 2,4% nos novos créditos Crédito: Siumara Gonçalves
Os bancos emprestaram R$ 322 bilhões em junho, alta de 2,5% em relação a maio. Para empresas, no entanto, houve redução de 2,4% nos novos créditos, apesar das medidas do Banco Central e do governo para destravar crédito para pessoas jurídicas.
Segundo dados do Banco Central divulgados nesta quarta-feira (29), a alta foi puxada pelos empréstimos às famílias, com aumento de 10,4%.
É o terceiro mês consecutivo com redução do fluxo de novos empréstimos às empresas.
A variação foi registrada na série com ajuste sazonal, que retira peculiaridades do período, como número de dias úteis a mais ou a menos, para facilitar a comparação.
A liberação de linhas que foram mais procuradas no início da crise, como capital de giro de curto prazo, despencou no mês (-25,2%). Financiamento de exportações também teve queda drástica, de 63,7%.
Já modalidades que foram mais afetadas com as medidas de isolamento social, implementadas por conta da pandemia do novo coronavírus, como antecipação de recebíveis e desconto de duplicatas, aumentaram em 34,6% e 21,1%, respectivamente.
O aumento reflete a abertura dos comércios em algumas cidades. Essas modalidades dependem de vendas para gerar garantia e com os empreendimentos fechados, a concessão dessas linhas despencou entre março e maio.
Para as famílias, modalidades ligadas ao consumo também aumentaram. O total concedido em cartão de crédito à vista -quando o valor total da fatura é pago- subiu 13,8%.
No mês, os brasileiros usaram 10,1% a mais o cheque especial em relação a maio. A contratação de crédito pessoal também aumentou em 13,3%. O consignado (com desconto em folha de pagamento) saltou 12,5%.
O estoque de crédito fechou o mês R$ 3,6 trilhões, 0,8% maior que em maio.
A taxa média de juros em junho alcançou 19,3% ao ano, queda de 1,2 ponto percentual no mês. O spread --diferença entre a taxa que os bancos pagam para captar recursos e a taxa cobrada em empréstimos-- caiu 0,9 ponto.
Para as famílias, a taxa média de juros ficou em 40,7% ao ano, declínio de 2,2 pontos no mês.
Modalidades mais caras puxaram essa queda. Cartão de crédito parcelado teve redução de 19,7 pontos, rotativo regular (quando o cliente paga algum valor entre o mínimo e o total da fatura), de 6,9 pontos e cheque especial de 5,9 pontos.
Nas linhas para empresas, a taxa média de juros diminuiu 1,2 ponto percentual em junho, para 13% ao ano.

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