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Investimentos

Com coronavírus e crise no setor, governo adia leilões de petróleo

Vendas adiadas são as do petróleo do pré-sal e pós-sal. Já as Ofertas Permanentes previstas pelo governo federal estão mantidas para o segundo semestre

Publicado em 24 de Abril de 2020 às 08:43

Redação de A Gazeta

Publicado em 

24 abr 2020 às 08:43
FPSO Capixaba, da Petrobras, que produz e armazena petróleo no campo de Cachalote, no Parque das Baleias
Leilão do petróleo do pré-sal e pós-sal foi adiado pelo governo Crédito: Agência Petrobras
O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou nesta quinta-feira, 23, que o governo federal adiou os leilões de petróleo previstos para este ano. Segundo ele,não há previsão para que os leilões sejam retomados. Segundo o ministro, o governo ainda não sabe quanto tempo vai durar a crise provocada pela pandemia da covid-19, além disso, a demanda pelo óleo tem caído em todo o mundo.
“No que diz respeito aos leilões, essa crise fez com que adiássemos os leilões (de blocos de petróleo) da 7ª (pré-sal) e da 17ª rodada (pós-sal)”, disse Albuquerque durante coletiva de imprensa. “Estamos nos preparando para a retomada, vamos retomar os leilões, só não posso dizer quando eles serão retomados”, acrescentou.
Segundo o ministro, a queda no preço do petróleo em todo o mundo afeta as intenções de investimentos. A Petrobrás, citou Bento Albuquerque, já anunciou a postergação de alguns projetos, mas outras empresas anunciaram a intenção de manter os investimentos.
Nos últimos dias o preço do barril de petróleo tem sofrido forte queda. Na quarta-feira, 22, o barril do Brent chegou a ser cotado a US$ 16, menor nível desde 1999. A queda do preço do petróleo está ligada principalmente à redução da demanda por causa das medidas restritivas adotadas pelos países como forma de combater o avanço do novo coronavírus.
Já os leilões de Oferta Permanente estão mantidos. A Oferta Permanente consiste na disponibilidade contínua de campos ofertados em licitações anteriores e que não foram arrematados, ou, então, que foram devolvidos à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP).
O governo foi informado do interesse de empresas em participar da rodada de oferta permanente de blocos de petróleo e, por isso, o governo decidiu manter o calendário do leilão, previsto para o segundo semestre de 2020.
“Estamos mantendo o leilão da oferta permanente para o segundo semestre tendo em vista que agentes do setor manifestaram interesse para que ele fosse realizado”, concluiu Bento Albuquerque.

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