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Segurança pública

QR Code agiliza denúncias contra criminosos que são procurados no ES

Ele foi anexado junto com as imagens das pessoas que são consideradas os principais alvos das forças policiais em decorrência da gravidade dos seus crimes

Publicado em 10 de Outubro de 2025 às 03:30

Públicado em 

10 out 2025 às 03:30
Vilmara Fernandes

Colunista

Vilmara Fernandes

Foragidos
Crédito: Arte - Camilly Napoleão com Adobe Firefly
Um QR Code foi anexado nas fotos de criminosos procurados no Espírito Santo. O objetivo é facilitar o acesso à checagem da informação e à denúncia que possa levar a sua localização.
No site do Disque Denúncia (181) estão elencadas imagens das 173 pessoas consideradas os principais alvos de buscas das forças policiais.
Contra eles existem mandados de prisão, ainda não cumpridos, por diversos crimes, como tráfico, homicídio, porte ilegal de arma de fogo, roubo, estupro de vulnerável, entre outros.
O número de procurados no Espírito Santo é bem maior,  alcançando 9.275 pessoas segundo o Banco Nacional de Mandados de Prisão.
Mas os listados no site são nomes que as várias agências de segurança apontam como alvos prioritários, seja pela gravidade dos crimes em que estão envolvidos, pela repercussão social, impacto nas investigações, entre outras motivações.
O delegado Paulo Expedicto Amaral, gerente do Disque-Denúncia 181, relata que a proposta surgiu há uns seis meses, como alternativa para que as pessoas pudessem fazer checagem das informações dos procurados. 
“O QR Code encaminha para um site oficial, com informações seguras. Feito isto, a pessoa pode estar segura para fazer sua denúncia que auxiliará na localização do criminoso procurado”, explica.
Assim que a informação é recebida, é enviada para as forças policiais envolvidas na captura, como as polícias militar, penal, delegados conduzindo os inquéritos ou guardas municipais.
Os que ajudam na localização de um foragido ou de um fugitivo do sistema penal, podem acompanhar a evolução da investigação. Isto é possível porque após ter feito o relato, será gerada uma senha.
“O anonimato é garantido. Através da senha o denunciante acompanha os desdobramentos e pode até oferecer novas contribuições. Nem sempre a ação policial é exitosa na primeira vez. Pode ter havido uma mudança de endereço, de local de esconderijo da droga, por exemplo”, acrescenta Amaral.

Vilmara Fernandes

E jornalista de A Gazeta desde 1996. Antes atuou em A Tribuna. Foi reporter nas editorias de Politica, Cidades e Pauta. Foi Editora de Pauta e Chefe de Reportagem. Desde 2007, atua como reporter especial com foco em materias investigativas em diversas areas.

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