Cooabriel reforça liderança e propósito em imersão com conselheiros
A Cooabriel reuniu conselheiros e ex-conselheiros em uma imersão estratégica voltada ao fortalecimento da liderança e da cultura cooperativista. Sob o tema “Visão, Cultura e Protagonismo no Papel do Conselheiro”, o encontro estimulou reflexões sobre propósito, responsabilidade e o legado que cada integrante deixa na cooperativa. A condução foi da consultora e mentora Ellen Cavalcanti, que provocou o grupo com uma pergunta central: “Qual legado você quer deixar para a Cooabriel?”.
A partir dela, vieram discussões sobre mentalidade de crescimento, visão sistêmica e o papel estratégico dos conselheiros. “Buscamos despertar uma visão mais ampla, refletindo sobre as soluções necessárias para manter a competitividade e a inovação. O objetivo foi identificar habilidades a desenvolver e incentivar o aperfeiçoamento contínuo, em benefício comum dos cooperados e da cooperativa”, explicou Ellen.
Entre os participantes, o cooperado Gustavo Josuel dos Santos, de Rio Bananal (ES), destacou a importância do encontro: “O aprendizado foi muito bom, abriu nosso olhar para aspectos que nem sempre percebemos no dia a dia. Foi uma oportunidade de entender como contribuir para a evolução da cooperativa e dos cooperados.”
Para o superintendente da Cooabriel, Carlos Augusto Pandolfi, a imersão reforçou o autoconhecimento como base para a boa governança. “Essas ferramentas ajudam a trabalhar fragilidades e potenciais, agregando valor às atividades desempenhadas pelos conselheiros e fortalecendo a cooperativa como um todo”, afirmou.
Carolina Neves leva suas joias autorais para Dallas
A joalheria capixaba Carolina Neves segue ampliando sua presença internacional. Nos dias 10 e 11 de outubro, ela realizou um trunk show exclusivo na icônica loja de luxo Stanley Korshak, em Dallas (EUA).
Com 11 pontos de venda em cidades como Nova York, Miami, Paris, Saint-Tropez e São Paulo, a marca leva ao exterior o design autoral brasileiro, reconhecido pelo uso de gemas naturais, cores vibrantes e produção sustentável.
“O nosso trabalho sempre foi mostrar que a joia pode ser mais que um acessório — ela carrega memórias e identidade”, afirma a designer Carolina Neves, fundadora da marca.
O formato trunk show, já adotado com sucesso no Brasil, aproxima a marca de suas clientes ao apresentar de perto coleções e lançamentos.
Em Dallas, a Carolina Neves destaca a fase New Wave, com peças fun, atemporais e cheias de personalidade — símbolo do atual momento criativo da joalheria.
Apoio da EDP e da Secult impulsiona a 10ª edição do Encontro das Pretas
Com patrocínio da EDP, por meio da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), e apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), o Encontro das Pretas chega à sua 10ª edição como um dos maiores eventos de valorização da cultura negra no Espírito Santo. O festival será realizado de 17 a 19 de outubro, no Shopping Vitória, com o tema “Longevidade em Afrofuturo”, celebrando a força, a criatividade e o protagonismo da população negra.
Idealizado pelo Instituto Das Pretas, o evento reúne 50 afroempreendedoras de diferentes segmentos, além de uma programação cultural que inclui música, arte, gastronomia e literatura afro-brasileira. A proposta é conectar ancestralidade e inovação, fortalecendo redes de afroempreendedorismo e criando oportunidades de geração de renda e visibilidade.
O Caminhão da Boa Energia, projeto itinerante da EDP, também fará parte da programação, levando experiências educativas sobre sustentabilidade e eficiência energética de forma interativa ao público.
Para o secretário de Estado da Cultura, Fabricio Noronha, o Encontro das Pretas representa “um dos movimentos mais importantes de valorização da cultura negra no Espírito Santo e no Brasil, por fortalecer identidades, ampliar redes e evidenciar o papel da mulher negra na arte, na economia e na inovação”.
A criadora do evento e CEO do Instituto Das Pretas, Priscila Gama, reforça o caráter transformador da iniciativa: "Num cenário em que a população negra é historicamente excluída do acesso à terra, crédito, patrimônio e remuneração justa, o Encontro se afirma como espaço de resistência. Resistir, aqui, não é apenas sobreviver, mas florescer: criar redes, gerar renda, formar referências positivas e ampliar o imaginário sobre o que significa prosperidade negra".