A flexibilidade no fluxo de pagamento é um dos atrativos do lançamento da Argo Construtora no Jockey de Itaparica, em Vila Velha. O Faena Residence terá unidades de 3 quartos com suíte, totalizando 132 unidades.
Os apartamentos tipo terão áreas privativas de 75,06 m², 77,16 m² e 95,55 m², enquanto as unidades garden variam de 110,24 m² a 185,99 m². Todas as unidades contam com duas vagas de garagem. Haverá ainda quatro lojas na fachada com área de estacionamento independente.
Um dos atrativos, serão as condições comerciais pensadas para diferentes perfis de investidores que podem ser personalizadas de acordo com o perfil. Segundo o diretor de vendas da Argo, Emerson Lima, a flexibilidade é um diferencial competitivo, “porque torna o investimento mais acessível, previsível e totalmente alinhado ao momento de cada investidor”.
“A Argo oferece desde a modalidade Investeargo, que garante o melhor preço por metro quadrado, até um fluxo facilitado com arrecadação reduzida durante a obra, reduzindo o esforço financeiro no período de construção e permitindo maior organização do capital”, avalia.
O empreendimento está inserido em um dos bairros que mais tem crescido no município e que tem passado por um processo acelerado de transformação urbana, impulsionado por novos empreendimentos, infraestrutura, serviços e valorização do metro quadrado.
Com isso, o empreendimento se torna uma alternativa para quem deseja investir em imóveis como forma de planejamento patrimonial e construção de valor no médio e longo prazo, avalia Lima.
No lazer do Faena, terá salão de festas e espaço gourmet, piscinas adulto e infantil, quadra poliesportiva, playground, brinquedoteca, salão de jogos, espaço brasa, churrasqueira e confraria. Nas áreas comuns, minimercado, espaço bike com bicicletário, coworking, espaço beauty, área dedicada para entregas e academia. Tudo decorado e entregue mobiliado.
Casa própria lidera lista de metas dos brasileiros para 2026
A conquista da casa própria é o principal desejo dos brasileiros para este ano, sendo a prioridade de 25,6% dos participantes do levantamento realizado pela Tecban entre os dias 26 e 31 de janeiro. A pesquisa, denominada Projeto Metas 2026, consultou 4.714 pessoas por meio dos caixas eletrônicos do Banco24Horas em todo o país.
Para transformar esses planos em realidade, os participantes apontaram o crédito acessível como o fator mais decisivo, mencionado por 33,7% dos respondentes. Outros facilitadores citados foram a obtenção de renda extra (24,8%) e o planejamento financeiro (15,0%).
O estudo também indicou metas menores, como a compra de veículos (8,3%) e o investimento em estudos (1,6%), reforçando a importância de soluções financeiras inclusivas para o alcance desses objetivos.
Reposicionamento do crédito e novo ciclo para o mercado
O mercado imobiliário brasileiro inicia 2026 em um ponto de inflexão, impulsionado pela expectativa de queda gradual da taxa Selic e pela flexibilização do uso de recursos da poupança pelos bancos, aprovada pelo Conselho Monetário Nacional.
Essa mudança amplia o acesso ao SBPE e expande a capacidade de concessão de financiamentos, gerando um ciclo de retomada de demandas represadas. Segundo Giselle Vergal, sócia do escritório b/luz e especialista em operações imobiliárias, isso vai exigir de incorporadoras e instituições financeiras maior eficiência técnica e digital, já que o comprador atual pesquisa e compara antes do contato comercial.
“Com mais crédito disponível e maior competição entre agentes financeiros, cresce a necessidade de contratos eficientes, garantias bem estruturadas e documentação pensada desde a origem”.
A especialista pontua ainda que a aceleração do mercado impõe o desafio de conciliar a agilidade exigida pelo meio digital com o rigor jurídico. Para Vergal, “a aceleração do crédito impõe um desafio central: conciliar velocidade com segurança jurídica”.
“Assim, o ciclo atual deve favorecer empresas que compreendem a nova lógica de risco e estratégia de longo prazo, em um ambiente onde a eficiência deixou de ser diferencial para se tornar condição de competitividade”, explica.
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