Ex-ministro de Minas e Energia do governo Jair Bolsonaro, o advogado e economista Adolfo Sachsida chegou a ter o nome ventilado para comandar a Fazenda em uma eventual gestão de Flávio Bolsonaro (PL). Ele atuou na campanha presidencial do filho de Jair, mas, após a derrota, viu o aliado ir embora do Brasil.
Na quinta-feira (5), Sachsida foi homenageado em Vitória no Fórum Liberdade e Democracia, do Instituto Líderes do Amanhã. Pediu aplausos para Jair Bolsonaro e foi atendido pela maioria da plateia.
Na saída do evento, o ex-ministro foi questionado pela coluna a respeito da fuga de Flávio para os Estados Unidos e respondeu brevemente: “Avalio como um ato de muita coragem dele”.
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Sachsida, obviamente, permaneceu no Brasil e agora faz coro ao que diz o então candidato à Presidência da República.
Em entrevista ao New York Times, o senador afirmou: "Já sei que o desfecho final será minha prisão".
Ele nega ter cometido os crimes dos quais é suspeito, mas admite ter pedido dinheiro a Vorcaro para, supostamente, financiar o filme “Dark Horse”.
Flávio também confirma manter amizade com Willer Tomaz, investigado por lavagem de dinheiro com bets.
Lula venceu o candidato do PL com 51,79% dos votos, contra 48,21%.
No Espírito Santo, o desempenho do petista melhorou em relação ao primeiro turno e em comparação com o resultado obtido no segundo turno de 2022, mas se dependesse apenas dos eleitores do estado, Flávio teria sido o eleito em 2026.
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