O deputado federal Helder Salomão (PT) disputou o governo do Espírito Santo em 2026 e afirmou diversas vezes estar convicto de que chegaria ao segundo turno. Não chegou, ficou em terceiro lugar, com 15,32% dos votos (323.483).
O parlamentar, entretanto, não saiu menor do pleito, politicamente falando. Ao contrário.
Foi, indiretamente, graças ao desempenho de Helder que houve segundo turno entre o ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini (Republicanos) e o governador Ricardo Ferraço (MDB).
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E também foi a migração dos votos de Helder para Ricardo que garantiu o crescimento do emedebista na segunda etapa do pleito.
Pesquisa Quaest publicada no sábado (24), véspera da votação no segundo turno, apontou que 87% dos eleitores do petista pretendiam optar por Ricardo.
O governador teve 336.722 votos a mais no segundo turno em comparação com o primeiro. Isso não foi suficiente para provocar uma virada sobre Pazolini, que foi eleito.
Mas a diferença, em pontos percentuais, entre os dois caiu de 15,59 no primeiro turno para 4,34.
Logo, a votação de Helder teve alguma relevância, sim. Além disso, a candidatura projetou o petista para eventuais planos eleitorais.
Helder Salomão (PT) Deputado federal
Euclério já está no segundo mandato consecutivo e, assim, não vai disputar o comando do Executivo municipal no próximo pleito.
Ele deve apoiar a atual vice-prefeita, Shymenne de Castro (PSB).
Helder foi prefeito de Cariacica por dois mandatos, entre 2005 e 2012.