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Curtas políticas: Manato diz que Audifax é "Deus, pátria e família"

Veja também: Podemos se movimenta para indicar vice de Weverson (ou de Vidigal) na Serra; o PP de Vila Velha ficou sem a vaga; MDB vai com Zé Preto em Guarapari; Contarato discorda de Lula e do PT sobre Venezuela

Publicado em 04 de Agosto de 2024 às 12:57

Públicado em 

04 ago 2024 às 12:57
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

DaVitória, Audifax Barcelos e Carlos Manato
O deputado federal DaVitória (PP), o ex-prefeito Audifax Barcelos (PP) e o ex-deputado federal Carlos Manato (PL) na convenção do PP da Serra Crédito: Divulgação
O ex-deputado federal Carlos Manato (PL) ergueu a mão de Audifax Barcelos (PP), no sábado (3), na convenção que confirmou o ex-prefeito como candidato à Prefeitura da Serra em 2024. Lá, afirmou que Audifax é "Deus, pátria e família", citando o slogan bolsonarista.
O PL de Manato, porém, também tem um nome na disputa, o do vereador Igor Elson. O ex-parlamentar já havia subido no palanque do ex-prefeito em dezembro de 2023, quando este ingressou no Progressistas e anunciou a pré-candidatura.
Há cerca de um mês, o ex-deputado afirmou à coluna que se licenciaria da filiação ao PL para poder apoiar candidatos a prefeito não necessariamente integrantes do Partido Liberal. Até porque, a legenda, de acordo com Manato, não o "chama para nada".
Dias depois, ele mudou o tom e, diante da possibilidade de receber reprimendas do PL, avaliou "não participar de nenhuma campanha este ano".
PROMESSA TAMBÉM É DÍVIDA
O ex-deputado federal, entretanto, cumpriu acordo firmado com Audifax. Em 2022, quando o ex-deputado tentou ser eleito governador do Espírito Santo, o ex-prefeito o apoiou, no segundo turno, contra Renato Casagrande (PSB).
Manato, por sua vez, prometeu que, se o ex-prefeito disputasse novamente a Prefeitura da Serra, estaria ao lado dele. E assim foi.
"Participei da convenção como CPF, pessoa física, não como representante partidário. Não sou presidente de partido nem nada", frisou o ex-deputado à reportagem de A Gazeta.
Quanto à menção a "Deus, pátria e família", o ex-deputado explicou que considera Audifax um exímio representante do conceito. "Ele é de Deus, é da Igreja Batista há muitos anos. É família, casado há mais de 33 anos. E é patriota, ama a Serra", resumiu Manato.
"Audifax é contra o aborto, contra as drogas ... Tem gente que diz isso, mas é da boca para fora. Ele representa esse lado do conservadorismo", concluiu.
"Deus, pátria, família" passou a ser utilizado pelo ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) e seus apoiadores, mas não de forma inédita. 
SUSPENSE NA SERRA
Por falar na eleição para a Prefeitura da Serra, o atual prefeito, Sérgio Vidigal (PDT), praticamente jurou de pés juntos que não vai tentar a reeleição e que o candidato dele é o ex-secretário municipal Weverson Meireles (PDT). Mas, até hoje, na véspera da convenção do PDT municipal, há dúvidas entre adversários e aliados do prefeito se é isso mesmo que vai se confirmar.
Assim, a definição de vices nas chapas dos postulantes ao cargo de prefeito ficou ainda mais difícil. É preciso saber quem é o adversário ou quem é o candidato que o partido vai apoiar para escolher quem indicar como vice.
O Podemos, por exemplo, realizou convenção na Serra no sábado (3). O partido é um dos principais do arco de alianças do PDT na cidade e, na ata da convenção, registrou que vai se coligar com os pedetistas e sugerir um componente para a chapa majoritária. Não necessariamente a proposta vai ser aceita.
VICE DEPUTADO
Mas quem vai ser indicado como vice? Depende. Se for Weverson mesmo o candidato a prefeito, há três possibilidades, não referendadas na convenção do Podemos para "evitar ciumeira" interna.
Se Vidigal voltar atrás e se lançar na corrida pela reeleição, entretanto, fontes do partido dizem que o deputado estadual Alexandre Xambinho, presidente municipal do Podemos, colocou-se à disposição para ser o vice na chapa.
Seria algo bastante incomum alguém deixar um mandato na Assembleia Legislativa para ser vice-prefeito, o que ocorreria se a eventual chapa Vidigal-Xambinho fosse eleita.
O deputado não concedeu entrevista à coluna.
Na hipótese de Vidigal ser candidato a prefeito, contudo, o que seria de Weverson? "Nosso sonho é a chapa ser Vidigal candidato a prefeito e Weverson vice", revelou um pedetista.
Tudo isso são elucubrações, evidentemente.
O pré-candidato a prefeito do PDT na Serra é Weverson Meireles. A convenção municipal do partido vai ser realizada na segunda-feira (5) à noite, último dia do prazo legal.
MDB COM ZÉ PRETO
Após o presidente da Câmara Municipal de Guarapari, Wendel Lima, desistir de disputar a prefeitura, o MDB, partido presidido por ele na cidade, decidiu apoiar a candidatura do deputado estadual Zé Preto (PP) ao comando do Executivo municipal.
"Vou trabalhar para ele, serei soldado, e iremos ajudar a governar a nossa amada Guarapari", afirmou Wendel à coluna. Ele é um dos 18 candidatos a vereador do MDB no município.
PP DE VILA VELHA SEM VICE
O PP de Vila Velha, após a desistência de Neucimar Fraga, que era pré-candidato a prefeito e não vai disputar nenhum cargo em 2024, deixou em aberto a ata da convenção municipal realizada sábado (3).
Faltava o partido decidir se subiria no palanque do atual prefeito, Arnaldinho Borgo (Podemos), candidato à reeleição, ou no de Coronel Ramalho (PL). A decisão foi adiada.
Os Progressistas queriam a vaga de vice de algum deles.
Ramalho, por sua vez, teve a candidatura confirmada pelo PL em convenção também no sábado e anunciou chapa puro-sangue. A vice dele é a enfermeira Laryssa Rodrigues (PL).
A coligação do oficial da reserva da PM vai contar apenas com PL e PRTB, de acordo com o próprio candidato, em entrevista à reportagem de A Gazeta.
"NÃO RECONHEÇO COMO LEGÍTIMA", DIZ CONTARATO SOBRE ELEIÇÃO NA VENEZUELA
O senador Fabiano Contarato (PT) discorda do presidente Lula (PT) e da Executiva nacional do Partido dos Trabalhadores quando o assunto é a eleição na Venezuela. Nicolás Maduro foi reconduzido ao cargo de presidente do país vizinho em um processo eleitoral patentemente fraudulento.
"A democracia tem como um dos pilares a transparência, a legalidade e a publicidade dos seus atos. Se isso não ocorre, como não está acontecendo na Venezuela, não há de se legitimar (o resultado do pleito)", afirmou o senador no sábado (3).
"Na Venezuela, há violação de direitos humanos, escalada de violência e, inclusive, ataques ao processo eleitoral", acrescentou Contarato.
Para Lula, contudo, não há "nada grave" acontecendo lá. Já a Exeutiva nacional do PT, em nota oficial, reconheceu o resultado das eleições venezuelanas, "uma jornada democrática, pacífica e soberana", apesar de todos os indícios de que isso não é verdade.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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