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Leonel Ximenes

Polícia Federal cria grupo de elite para situações de alto risco no ES

Composto por 14 agentes, Grupo de Pronta Intervenção (GPI) será empregado em ações que exijam utilização de armas e técnicas especiais

Públicado em 

02 set 2021 às 02:05
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Os policiais selecionados vão receber treinamento no COT da Polícia Federal em Brasília
Os policiais selecionados vão receber treinamento no COT da Polícia Federal em Brasília Crédito: PF/Divulgação
Polícia Federal no Espírito Santo acaba de criar seu Grupo de Pronta Intervenção (GPI), que será empregado em situações de risco diferenciado, ou seja, aquelas que exijam a utilização de armas e técnicas especiais.
O GPI, composto por 14 policiais federais, atuará em todas as situações em que haja risco acima da média das ações rotineiras, seja em razão da periculosidade do alvo ou dos crimes a eles imputados, seja em razão da sensibilidade do local de cumprimento da medida.
Alguns exemplos da atuação do GPI são ações que envolvam a repressão a crimes violentos, em especial assaltos a bancos e roubo de cargas; escolta de presos de altíssima periculosidade; incursões, cercos, bloqueios e operações policiais em ambientes hostis de alto risco; e prisão de policiais, dentre outras situações especiais.
O GPI terá, também, papel decisivo de apoio à força-tarefa que está sendo criada pela PF para combater o tráfico de armas e drogas no Estado. O GPI poderá atuar de forma ostensiva na realização de incursões e prisões, após a realização de investigações pela força-tarefa.
A força-tarefa, como informou a coluna no mês passado, será coordenada pela Polícia Federal e contará com a presença da Polícia Rodoviária FederalPolícia CivilPolícia Militar, Guardas Civis (Vitória e Vila Velha) e Sistema Prisional.
Os policiais foram submetidos a processo seletivo rígido, que envolveu a realização de testes físicos, exames médicos e de higidez psicológica, consultas à Corregedoria Regional e ao Setor de Inteligência Policial.
Os policiais selecionados vão receber treinamento no Comando de Operações Táticas (COT) da Polícia Federal em Brasília, considerada uma das melhores forças táticas policiais do mundo. Eles já participaram de cinco dias de alinhamento e retornarão para conclusão dos treinos, que duram cerca de dois meses e exigem muito do policial.
Além das ações dedicadas à própria Polícia Federal, o GPI também poderá atuar ao lado de outras equipes policiais do Espírito Santo, no cumprimento de ações de interesse mútuo.

Leonel Ximenes

Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Feedral do Espírito Santo.

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