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Polícia Federal no Espírito Santo acaba de criar seu Grupo de Pronta Intervenção (GPI), que será empregado em situações de risco diferenciado, ou seja, aquelas que exijam a utilização de armas e técnicas especiais.
O GPI, composto por 14 policiais federais, atuará em todas as situações em que haja risco acima da média das ações rotineiras, seja em razão da periculosidade do alvo ou dos crimes a eles imputados, seja em razão da sensibilidade do local de cumprimento da medida.
Alguns exemplos da atuação do GPI são ações que envolvam a repressão a crimes violentos, em especial assaltos a bancos e roubo de cargas; escolta de presos de altíssima periculosidade; incursões, cercos, bloqueios e operações policiais em ambientes hostis de alto risco; e prisão de policiais, dentre outras situações especiais.
O GPI terá, também, papel decisivo de apoio à força-tarefa que está sendo criada pela PF para combater o tráfico de armas e drogas no Estado. O GPI poderá atuar de forma ostensiva na realização de incursões e prisões, após a realização de investigações pela força-tarefa.
Os policiais foram submetidos a processo seletivo rígido, que envolveu a realização de testes físicos, exames médicos e de higidez psicológica, consultas à Corregedoria Regional e ao Setor de Inteligência Policial.
Os policiais selecionados vão receber treinamento no Comando de Operações Táticas (COT) da Polícia Federal em
Brasília, considerada uma das melhores forças táticas policiais do mundo. Eles já participaram de cinco dias de alinhamento e retornarão para conclusão dos treinos, que duram cerca de dois meses e exigem muito do policial.
Além das ações dedicadas à própria Polícia Federal, o GPI também poderá atuar ao lado de outras equipes policiais do Espírito Santo, no cumprimento de ações de interesse mútuo.