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Leonel Ximenes

De onde vêm as flores da imagem da santa na Romaria dos Homens?

Decoração do Penha Móvel começa na véspera do maior ato religioso da Festa da Penha, na noite deste sábado (11)

Públicado em 

10 abr 2026 às 16:26
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Concentração da Romaria dos Homens
Flores ornamentam o veículo que transporta a imagem de Nossa Senhora da Penha na Romaria dos Homens de 2024 Crédito: Vitor Jubini
A imagem de Nossa Senhora das Alegrias, que vai ser conduzida da Catedral Metropolitana de Vitória até o Parque da Prainha, em Vila Velha, neste sábado (11), num trajeto de cerca de 14 quilômetros durante a Romaria dos Homens, ganha neste ano uma decoração inspirada na simplicidade de São Francisco de Assis.
Ao todo, a ornamentação reúne cerca de 100 vasos de lírio-da-paz, 40 maços de lírios, 130 dúzias de rosas e flores complementares, como pompons, além de folhagens como ruscus, dracenas e chefleras. Tradicionalmente associados à pureza, à paz e à entrega, os lírios e as rosas ajudam a compor um cenário de oração ao longo do percurso. As flores vêm de Holambra, em São Paulo, e também da região das montanhas capixabas.
A montagem, feita na véspera da romaria, deve levar entre cinco e seis horas e mobiliza uma equipe de cerca de 10 a 12 pessoas. A concepção é orientada pelo guardião do Convento da Penha, frei Gabriel Dellandrea, em parceria com as floristas Alessandra Marianelli e Toninha Menegatti.
Responsável pela execução da ornamentação há mais de 20 anos, Alessandra destaca o significado do trabalho para ela.
“Esse é um momento muito especial na minha vida. Foi Nossa Senhora da Penha que me concedeu uma grande graça, que foi ter a minha filha. Ornamentar a imagem é a forma que encontrei de retribuir, com amor e dedicação. É uma promessa que fiz: enquanto eu tiver vida, estarei aqui”, afirma.
A proposta reforça o tema da Festa  da Penha em 2026, “Fazei de nós instrumentos da paz”, e faz referência à espiritualidade franciscana, marcada pela paz, pelo amor e pela conexão com a natureza. A escolha também dialoga com o testemunho de pobreza evangélica e confiança em Deus vivido por São Francisco, valores que atravessam a devoção mariana e encontram eco na caminhada dos romeiros.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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