Segunda instituição cultural mais antiga em atividade no Estado, a Academia Espírito-santense de Letras (AEL) vai comemorar seus 105 anos de fundação com uma sessão solene no próximo dia 14 de setembro, às 18h, no auditório Hermógenes Lima da Fonseca, na Assembleia Legislativa.
A programação contará com palestra dos acadêmicos e professores Adriana Pereira Campos e João Gualberto Vasconcellos, que abordarão o papel das elites políticas e intelectuais capixabas na trajetória da instituição e os desafios da Academia para as próximas décadas.
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A solenidade também terá apresentações musicais do saxofonista Almir Paulo e do flautista Antônio de Pádua. Durante o evento, será entregue o certificado Amigo da Academia à jornalista Vera Ferraço, em reconhecimento à sua contribuição para a divulgação da cultura capixaba.
Fundada em 4 de setembro de 1921, a Academia Espírito-santense de Letras tem como missão preservar a memória literária e cultural do Estado, incentivar a formação de leitores e escritores e promover o acesso à literatura em seus diversos segmentos.
Com sede na Praça João Clímaco, no Centro de Vitória, a AEL tem 40 cadeiras ocupadas por intelectuais de diferentes áreas, como escritores, poetas, juristas, jornalistas, professores e pesquisadores.
Para o presidente da Academia de Letras, o jornalista Jonas Reis, a instituição desempenha um papel essencial na pesquisa, preservação e difusão do patrimônio cultural capixaba.
“Ao longo de sua trajetória, a Academia tem desenvolvido ações voltadas à formação de público leitor, à valorização da literatura produzida no Espírito Santo, à preservação da memória cultural do Estado e ao incentivo a novos autores”, destaca Reis.
A instituição cultural capixaba mais antiga em atividade é o Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo (IHGES), que comemorou 110 anos em junho.
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