CrônicaAo Vivo NOLT: uma nova denominação para a velhice Por Bernadette Lyra Talvez eu esteja sendo influenciada por uma crônica da inolvidável Rachel de Queiroz, que dizia: “Aos moços dou um conselho: não fiquem velhos”
CrônicaAo Vivo Por que sempre digo que escrevo ficção Por Bernadette Lyra Ser uma “escritora de ficção”, o termo muito me apraz. Mas o que quer dizer isso? Talvez eu nem possa explicar a contento
CrônicaAo Vivo Para não esquecer de lembrar neste fim de ano Por Bernadette Lyra Quem disse que mulheres só podem escrever sobre mulheres? Mulheres e homens estão vivenciando novas identidades. Novos comportamentos sociais mudam a cara dos gêneros
CrônicaAo Vivo O Natal de cada um Por Bernadette Lyra O Natal sempre volta. E existe como bem aprouver à consciência de cada criatura formada na incoercível condição de estar em um mundo plural
CrônicaAo Vivo A flecha da literatura: o que é um escritor de verdade Por Bernadette Lyra Mas seja quem quer que queira embarcar na aventureira nau da escrita, o melhor que tem a fazer é simplesmente escrever e depois deixar que o que escreveu siga livremente os caminhos de um bem partilhado e comum
CrônicaAo Vivo A questão da queda da leitura no Brasil Por Bernadette Lyra Embora seja de interesse geral, penso que essa questão de formação do hábito da leitura não diz respeito a escritoras e escritores, pois escapa a quem de corpo e alma se dedica a fazer literatura
MemóriaAo Vivo A descoberta de uma livraria nova no Centro de Vitória Por Bernadette Lyra Entre becos e lembranças, uma nova livraria surge no Centro de Vitória como convite ao reencontro com a história e o afeto pelas ruas antigas
Reflexões sobre o NobelAo Vivo Seria o fim das utopias na literatura? Por Bernadette Lyra A premiação de László Krasznahorkai reacende o debate sobre o papel da literatura em tempos de desencanto — e sobre o fim das utopias na arte e na política
Mudança de estaçãoAo Vivo Os pássaros que habitam o Centro de Vitória na primavera Por Bernadette Lyra Quando a primavera chega de modo incoercível, a passarada, em busca de lugar para o devido acolhimento dos ninhos, nada mais encontra além de prédios, avançando em direção ao céu