Temos a Maria Quitéria, que é a nossa nova plataforma que vai entrar em produção em 2025, mas vai além. São, por exemplo, vários poços novos que serão interligados a plataformas já em operação, o que significa uma elevação importante de produção a custos bastante razoáveis. Olhando para a transição energética, é importante destacar os projetos de parques eólicos, onde o Espírito Santo tem muito destaque. No plano de negócios passado (2023-2027), tínhamos os projetos Aracatu I e II, na divisa com o Rio de Janeiro, e, agora, entrou o Espírito Santo I, no Sul do Estado. Ainda estão sendo estudados, mas passam a ser três parques eólicos no horizonte do Estado, não é pouco.