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Tragédia

Sete presos morrem em incêndio na Penitenciária de Marília (SP)

O incêndio foi provocado por um interno, que ateou fogo em seus pertences na área por onde os presos passam quando chegam ao presídio

Publicado em 26 de Novembro de 2025 às 09:47

Agência FolhaPress

Publicado em 

26 nov 2025 às 09:47
O fogo teria sido inciiado por um detento na penitenciária de Marília, SP
O fogo teria sido inciiado por um detento na penitenciária de Marília, SP Crédito: Reprodução/g1
Um incêndio no setor de inclusão da Penitenciária José Luiz Mansur, em Marília, no interior de São Paulo, deixou pelo menos sete mortos e 21 atendidos após intoxicação pela fumaça na tarde desta terça-feira (25). De acordo com a SAP (Secretaria da Administração Penitenciária), o incêndio foi provocado por um interno, que ateou fogo em seus pertences na área por onde os presos passam quando chegam ao presídio.
A secretaria afitmou à Folha que os policiais penais realizaram o primeiro combate às chamas até a chegada dos bombeiros e das equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que prestaram atendimento aos feridos e os levaram para Hospital das Clínicas de Marília, Santa Casa, Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e Unidade de Suporte Avançado (USA).
A Prefeitura de Marília divulgou que cinco internos morreram no local e outros dois, no hospital. Dos 21 atendidos, 3 estão intubados na Santa Casa e 2 na UTI no Hospital das Clínicas. Os demais não correm risco. Aos menos sete deles são funcionários do presídio. "A SAP lamenta profundamente o incêndio ocorrido. Ao todo, sete internos vieram a óbito em decorrência da inalação de gases tóxicos produzidos pelo incêndio proposital. A SAP instaurou procedimento para apurar o caso e está em contato com as famílias das vítimas para prestar todos os esclarecimentos necessários", diz a nota.
O prefeito Vinicius Camarinha (PSDB) lamentou o ocorrido. "Desde o início da ocorrência, a Secretaria Municipal da Saúde deu suporte na remoção das vítimas para as unidades de saúde de referência. Esperamos que a situação seja normalizada o mais rápido possível."
À reportagem o prefeito afirmou, às 21h35, que a situação no presídio já estava sob controle. "Coube ao município ajudar no atendimento às vítimas e conseguimos atender a todos. Foram 21 atendimentos. Agora tudo está sob controle", disse. Dados da SAP, atualizados até segunda, apontam que a população prisional é de 1.080, enquanto a capacidade do presídio é de 622 detentos. Fundado em 1989, o complexo tem uma área construída de 13.800 metros quadrados.
Este é a segunda ocorrência em presídios paulistas em 24 horas. Na segunda (24), presos da Penitenciária 3 de Hortolândia, na região de Campinas, realizaram um motim. Segundo a SAP, durante a ação foram quebradas portas automatizadas das celas. Os presidiários colocaram fogo em colchões e outros objetos. Uma densa fumaça negra pôde ser vista de diversos pontos da cidade. A pasta da segurança informou que o motim pode estar relacionado a apreensão de uma quantidade de bebida alcoólica artesanal realizada por policiais penais no domingo (23).

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