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Covid-19

Por favor, não sigam orientações do presidente da República, diz Doria

O governador de São Paulo João Doria (PSDB),  disse ainda que a equipe médica indicou que não devem ser necessárias medidas de restrição mais extremas

Publicado em 30 de Março de 2020 às 14:13

Redação de A Gazeta

Publicado em 

30 mar 2020 às 14:13
Governador de São Paulo, João Doria
Governador de São Paulo, João Doria Crédito: Governo do Estado de São Paulo
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), pediu nesta segunda-feira (30) para que a população não siga as recomendações do presidente Jair Bolsonaro. Ele disse ainda que a equipe médica indicou que não devem ser necessárias medidas de restrição mais extremas como lockdown.
"Quero voltar a reafirmar escute e atendam as recomendações médicas. Não em informações colocadas nas redes sociais. Neste caso, por favor, não sigam as orientações do presidente da República", disse Doria, que lançou campanha publicitária indicando que a população acredite nos dados técnicos.
A peça publicitária do governo estadual diz para que a população levem em conta dados da OMS (Organização Muncial da Saúde), que recomenda que a população fique em casa. Além disso, citou que presidentes europeus dizem o mesmo e até o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mudou de ideia e agora pede isolamento.
Na semana passada, o governo citou a possibilidade de lockdown, com restrição da circulação por meio da polícia. Agora, Doria afirma que não anuncia cenários e que a possibilidade só será avaliada se necessário.
Segundo o secretário da Saúde, José Henrique Germann, a medida não deve ser necessária. "Pelos casos iniciais que temos eu diria que não vamos ter a necessidade de repetir o isolamento social muitas vezes mais e nem fazer um isolamento compulsório tipo lockdown", disse.
Doria vem fazendo entrevistas coletivas diárias, nas quais tem buscado se diferenciar do presidente Jair Bolsonaro, que minimiza a crise do coronavírus.
Na sexta (27), o tucano insinuou que Bolsonaro também pode ser responsabilizado por mortes causadas pelo coronavírus após fazer campanha que incentiva população a romper o isolamento.
"Cabe perguntar: quem será o fiador das mortes? Aquele que autorizou essa campanha? Aquele que idealizou a campanha? Aquele defende uma campanha para as pessoas irem às ruas? Aquele que foi às ruas quando a orientação já era se resguarde? Aquele que identifica a mais grave crise de saúde da história da humanidade como uma gripezinha? Quem será o fiador das mortes no Brasil?", disse Doria.

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