Publicado em 20 de janeiro de 2026 às 17:42
Um policial militar desapareceu na madrugada desta terça-feira (20) na praia da Barra do Una, em São Sebastião, litoral norte de São Paulo. A corporação não deu detalhes sobre a identidade do agente ou sua cidade de origem. A principal linha de investigação é a de afogamento, mas segundo a polícia nenhuma hipótese está descartada.>
O PM integra o efetivo da Operação Verão e estava na praia, ao lado de outros colegas, momentos antes de sumir. Era madrugada, por volta de 2h, e o episódio se deu durante a folga do agente. Ele teria se deslocado até o rio Una para lavar os pés, dizendo aos demais que voltaria logo em seguida e para que todos retornassem à pousada onde estavam hospedados. O agente não deu mais sinais.>
As buscas começaram a ser feitas assim que a ausência do PM foi constatada, cerca de 15 minutos depois, mas até agora elas foram infrutíferas. "O local é caracterizado por ser uma área isolada, sem iluminação pública, com baixa visibilidade, mar bastante agitado, forte correnteza marítima e o rio Una apresentava profundidade elevada naquele momento", declarou a corporação em nota.>
Segundo a PM, "as condições ambientais eram desfavoráveis, especialmente no período noturno". As buscas mobilizam agentes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar e abrangem "áreas terrestres, aquáticas e aéreas, com a participação de diversos policiais militares". O helicóptero Águia também atua nas diligências.>
>
Ao menos dez pessoas morreram afogadas nas praias do litoral paulista nos primeiros dias de 2026, segundo o GBMar (Grupamento de Bombeiros Marítimo), responsável pela segurança e salvamento nas praias. Cinco desses casos ocorreram no primeiro dia do ano -de acordo com o Corpo de Bombeiros, os óbitos foram registrados em Bertioga, Guarujá e Praia Grande, na Baixada Santista.>
Para reduzir os riscos, o Corpo de Bombeiros recomenda que as pessoas evitem entrar no mar após o consumo de bebidas alcoólicas. Também é importante não subir em encostas ou pedras e não usar objetos flutuantes, como colchões infláveis, na água. As correntes que avançam para áreas mais profundas são a principal causa de afogamentos, diz a corporação, que pegam banhistas de surpresa.>
Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem.
Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta