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Na próxima terça

Moraes autoriza acareação entre Braga Netto e Cid em ação sobre trama golpista

O ministro do STF ainda deu aval para a acareação do ex-ministro Anderson Torres e do ex-chefe do Exército Marco Antônio Freire Gomes
Agência FolhaPress

Publicado em 

17 jun 2025 às 13:36

Publicado em 17 de Junho de 2025 às 13:36

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou nesta terça-feira (17) o pedido de acareação entre o tenente-coronel Mauro Cid e o ex-ministro Walter Braga Netto.
Os dois devem ficar frente a frente na próxima terça-feira (24) na sede do Supremo, em Brasília. O general da reserva poderá sair do Comando Militar do Leste pela primeira vez desde que foi preso há seis meses.
Moraes ainda deu aval para a acareação do ex-ministro Anderson Torres e do ex-chefe do Exército Marco Antônio Freire Gomes, que deve ocorrer no mesmo dia.
Celular de Mauro Cid foi apreendido e mensagens são consideradas provas contundentes
Mauro Cid vai participar de acareação na próxima semana Crédito: Geraldo Magela/Agencia Senado
A decisão foi tomada nesta terça, primeiro dia após o término do prazo para as defesas dos réus do processo sobre a trama golpista apresentarem seus pedidos de novas diligências. Essa é a penúltima etapa antes do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados do núcleo central da tentativa de golpe de Estado.
Também nesta terça, o advogado Luiz Eduardo Kuntz, defensor de um dos réus da trama golpista, enviou ao STF fotos e áudios de conversas que ele diz ter mantido com Cid e pediu que a delação seja anulada.
As mensagens teriam sido trocadas por um perfil no Instagram utilizado por Mauro Cid. A conta tinha o nome de sua esposa, não tinha fotos publicadas e era seguida por poucas pessoas.
Marcelo Câmara, defendido por Kuntz, é réu no Supremo no caso da trama golpista, acusado de monitorar a localização do ministro do STF Alexandre de Moraes, o principal alvo de grupos bolsonaristas e militares para viabilizar o golpe de Estado, segundo a PGR (Procuradoria-Geral da República).
Em depoimento ao STF, Cid negou que tivesse usado a conta da esposa para falar com alvos da delação.

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