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Infraestrutura

Investimentos em obras públicas respeitam pilares fiscais, diz ministro

Tarcísio de Freitas comentou sobre aprovação pelo Congresso do projeto que direciona R$ 6,1 bilhões para obras de infraestrutura e de desenvolvimento

Publicado em 05 de Novembro de 2020 às 18:08

Redação de A Gazeta

Publicado em 

05 nov 2020 às 18:08
Tarcísio de Freitas é ministro da Infraestrutura
Tarcísio de Freitas é ministro da Infraestrutura Crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, voltou a afirmar nesta quinta-feira (05) que o braço de investimento público em obras no governo carrega "muito respeito aos pilares fiscais" "Nós ganhamos muito com o compromisso de solvência", disse Freitas no evento Macro Vision 2020, promovido pelo Itaú.
Ele comentou sobre a aprovação na quarta-feira (4), pelo Congresso do projeto que direciona R$ 6,1 bilhões para obras de infraestrutura e de desenvolvimento regional.
"Só se dá a partir de remanejamento de créditos empossados em outros ministérios. Questão dos pilares fiscais é fundamental para nós", afirmou o ministro, segundo quem a política é dar preferência a finalização de obras já em andamento.

SANEAMENTO 

Tarcísio de Freitas disse ainda que o colega Rogério Marinho trabalha "diuturnamente" para que os atos de regulamentação da novo marco legal do saneamento sejam publicados o "mais rápido possível". Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), um dos decretos presidenciais mais aguardados pelo mercado, que irá definir critérios de capacidade econômico-financeira das empresas de saneamento, está atrasado. A previsão na lei é de que ele fosse editado em outubro.
"Tenho visto esforço de Marinho (no setor de saneamento). Ele trabalha diuturnamente para que a regulamentação saia o mais rápido possível", disse Freitas.
O Ministério do Desenvolvimento Regional, comandado por Marinho, é a pasta setorial responsável pelo tema.
O ministro da Infraestrutura ainda comentou que todo o governo está empenhado na articulação para o Congresso manter os vetos do presidente Jair Bolsonaro no novo marco legal. "Não faz sentido permitir a prorrogação por 30 anos de contratos precários", disse.

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