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Homens que vendiam carros de luxo a traficantes têm prisão decretada

Os veículos eram destinados ao Paraguai, utilizados como moeda de troca por armas e entorpecentes ou desmontados para alimentar o mercado paralelo de peças

Publicado em 09 de Janeiro de 2026 às 08:32

Agência Brasil

Publicado em 

09 jan 2026 às 08:32
Uniforme da Polícia Civil do Rio de Janeiro
A Justiça decidiu pela prisão preventiva, em face da extensa ficha criminal dos ladrões de carros Crédito: Divulgação/PCERJ
A Justiça do Rio concedeu, a pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), nesta quinta-feira (8), durante audiência de custódia, a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva de dois homens que tentavam furtar um carro de luxo na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio, na última terça-feira (6).
Presos por policiais da delegacia da Gávea, eles são apontados como integrantes de uma quadrilha que furta carros de luxo  para revendê-los a traficantes da comunidade Nova Holanda, no Complexo da Maré, na zona norte..
Durante a audiência de custódia, o MPRJ requereu a prisão preventiva de Fagner Yúri de Jesus Siqueira e de Matheus Ferreira Vasconcelos, com base na gravidade do delito cometido e no risco concreto de que os presos voltassem a cometer crimes de furto de automóveis caso respondessem ao processo em liberdade. A Justiça decidiu pela prisão preventiva da dupla, em face da extensa ficha criminal dos ladrões de carros.
Ministério Público denuncia oito por morte do ex-delegado Ruy Ferraz. De acordo com as investigações da Polícia Civil, Fagner e Matheus integram um grupo criminoso que monitora carros de luxo. Os furtos são executados com o uso de dispositivos eletrônicos de alta tecnologia, como decodificadores e emuladores de chave, que permitem a abertura dos automóveis em curto espaço de tempo.
Os automóveis furtados eram encaminhados para comunidades, onde eram clonados. Posteriormente, os veículos eram destinados ao Paraguai, utilizados como moeda de troca por armas e entorpecentes ou desmontados para alimentar o mercado paralelo de peças. De acordo com os agentes, a própria facção criminosa realiza o treinamento dos bandidos, oferecendo “cursos” de abertura e acionamento dos veículos, bem como aluguel de decodificadores de chave.

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