Publicado em 5 de fevereiro de 2026 às 10:21
Um empresário foi alvo de uma tentativa de assassinato motivada por uma dívida de R$ 1,5 milhão, em Itaberaí, na região noroeste de Goiás. Casa do empresário foi alvo de ataques com granada lançada por drones. Os ataques foram realizados entre os dias 15 e 17 de janeiro, mas o caso só foi divulgado agora pela Polícia Civil de Goiás. Granada era forte o suficiente para destruir a casa do empresário e atingir os vizinhos. "Era um artefato de alto poder letal, capaz de matar qualquer pessoa num raio significativo", explicou o delegado Kleber Rodrigues. >
Primeiro ataque foi realizado em 15 de janeiro. Na ocasião, a granada ficou presa a algum objeto e não explodiu. Segundo ataque ocorreu dois dias depois, em 17 de janeiro. Na segunda tentativa, os criminosos tentaram recuperar a granada lançada anteriormente, mas não conseguiram e o drone caiu na residência da vítima. Granada era forte o suficiente para destruir a casa do empresário e atingir os vizinhos. "Era um artefato de alto poder letal, capaz de matar qualquer pessoa num raio significativo", explicou o delegado Kleber Rodrigues.>
Tentativa de assassinato foi motivada por dívida de R$ 1,5 milhão, contraída pelo empresário. Conforme a polícia, ele atua no ramo agrícola e comprou sementes de milho para plantio por meio de um intermediário. Colheita do milho não foi rentável e o empresário não conseguiu quitar o débito no prazo estabelecido. Por esse motivo, o homem passou a ser alvo de diversas ameaças até a tentativa de assassinato no mês passado.>
Três pessoas foram presas pela tentativa de explosão da bomba. Os suspeitos pertencem a um grupo de Primavera do Leste (MT), que é pago para realizar cobranças e amedrontar os alvos. Granada usada para matar o empresário é de uso proibido no Brasil. O artefato pode ter sido adquirido no Paraguai e é comumente usado em guerras, ainda segundo a investigação.>
>
Mandante do crime ainda não foi preso. O suspeito de encomendar a morte do empresário e os três homens presos não tiveram os nomes divulgados, por esse motivo não foi possível localizar suas defesas.>
Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem.
Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta