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Polêmica

Damares diz que menina de 10 anos estuprada no ES deveria ter feito cesárea

Segundo a ministra, os médicos do Espírito Santo, que negaram o aborto da menina, deveriam ter esperado mais duas semanas e realizado o parto

Publicado em 18 de Setembro de 2020 às 11:05

Redação de A Gazeta

Publicado em 

18 set 2020 às 11:05
Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos
A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, acredita que a gravidez da menina de 10 anos estuprada pelo tio, deveria ter sido levada adiante Crédito: Marcelo Camargo | Agência Brasil
Em entrevista ao programa "Conversa com Bial",  da Rede Globo, na noite desta quinta-feira (17),  a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves disse que a menina de 10 anos que engravidou após sofrer estupro do tio, em São Mateus,  deveria ter levado a gravidez adiante e feito uma cirurgia de cesárea.
"Eu acredito que o que estava no ventre daquela menina era uma criança com quase seis meses de idade e que poderia ter sobrevivido. Discordo do procedimento do Dr. Olímpio, mas discordo de tudo o que aconteceu em torno dessa criança", afirmou a ministra ao apresentador Pedro Bial.
Segundo Damares, os médicos do Espírito Santo, que negaram o aborto da menina, deveriam ter esperado mais duas semanas e realizado o parto. "Os médicos do Espírito Santo não queriam fazer o aborto, eles estavam dispostos a fazer uma antecipação de parto. Seriam mais duas semanas, não era ir até o nono mês, a criança [não iria] ficar nove meses grávida. Mais duas semanas e poderia ter sido feito uma cirurgia cesárea nessa menina, tiraria a criança, colocaria em uma incubadora e, se sobrevivesse, sobreviveu. Se não, teve uma morte digna", expressou.
Na entrevista, Damares também se pronunciou sobre a investigação dos suspeitos de terem vazado a identidade e a localização da menina, que ela diz não ser os assessores do ministério.  "A nossa equipe foi à cidade com um deputado estadual e as três reuniões que fizemos lá foram com muitas pessoas juntas na delegacia, no Conselho Tutelar e na Secretaria de Ação Social. Em momento algum os profissionais disseram para os nossos técnicos o nome dessa menina", afirmou.

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