A Gazeta portal de notícias do Espirito Santo

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Bolsonaro abre mão de depoimento presencial em investigação da PF
Suposta interferência

Bolsonaro abre mão de depoimento presencial em investigação da PF

Em petição enviada ao STF, a AGU informa que o presidente 'declina do meio de defesa' e pede que o inquérito seja encaminhado à PF para elaboração de relatório final

Publicado em 26 de Novembro de 2020 às 18:52

Redação de A Gazeta

Publicado em 

26 nov 2020 às 18:52
Em seu discurso no G-20, Jair Bolsonaro afirmou que iria apresentar a
Em seu discurso no G-20, Jair Bolsonaro afirmou que iria apresentar a "realidade dos fatos" Crédito: Pedro Ladeira/Folhapress
O presidente Jair Bolsonaro abriu mão de prestar um depoimento presencial no inquérito que mira suposta interferência na Polícia Federal. Em petição enviada nesta quinta, 26, ao Supremo Tribunal Federal, a Advocacia-Geral da União informa que o presidente 'declina do meio de defesa' de se explicar às autoridades e pede que o inquérito seja encaminhado à PF para elaboração de relatório final.
As investigações apuram acusações do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, sobre suposta interferência de Bolsonaro para trocar o comando da PF. Em abril, o ex-juiz da Lava Jato deixou o governo após pressão do Planalto para substituir o então diretor-geral da corporação, Maurício Valeixo, pelo diretor da Abin, Alexandre Ramagem, um nome próximo da família presidencial.
A AGU informa que a divulgação da reunião ministerial do dia 22 de abril, tornada pública por ordem do então ministro Celso de Mello, 'demonstrou completamente infundadas quaisquer das ilações que deram ensejo ao presente inquérito'. O presidente também relembra que o prazo de prorrogação concedido às investigações está chegando ao fim.
"Assim, o peticionante vem, respeitosamente, à presença de V. Exa., declinar do meio de defesa que lhe foi oportunizado unicamente por meio presencial no referido despacho, aliás, como admitido pelo próprio despacho, e roga pronto encaminhamento dos autos à Polícia Federal para elaboração de relatório final a ser submetido, ato contínuo, ainda dentro da prorrogação em curso, ao Ministério Público Federal", anotou a AGU.
Conforme mostrou o Estadão em maio, parte dos investigadores que atuam no inquérito avalia que, até o momento, não foram encontradas provas que o incriminem e aponta que a tendência é que o procurador-geral da República, Augusto Aras, peça o arquivamento do caso.
O entendimento desse grupo é o de que, neste momento, as acusações do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro provocam mais estrago político do que jurídico para Bolsonaro.
A controvérsia em torno da forma como deveria ser o depoimento do presidente da República gerou desgaste não apenas entre o STF e o Palácio do Planalto, mas dentro da própria Corte.
Durante a licença médica de Celso de Mello, o ministro Marco Aurélio suspendeu o inquérito e barrou a realização do depoimento presencial.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Banco Central mantém Selic em 13,75% ao ano e interrompe ciclo de cortes de juros
Fernanda e Keyla se relacionaram com o mesmo homem e relatam que passaram a receber cobranças de agiotas
Mulheres do ES e de SP relatam dívidas e ameaças após namorar o mesmo homem
Imagem de destaque
Não jogue fora as sementes de abóbora! Veja 3 maneiras de aproveitá-las na cozinha

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados

Fale com a gente

Escolha o canal de sua preferência para assinar A Gazeta ou tirar dúvidas.