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Em reunião

AstraZeneca sinaliza à Anvisa que pedirá uso emergencial de vacina

De acordo com a Anvisa, a empresa disse não ter identificado dificuldades para atendimento aos requisitos para uso emergencial

Publicado em 30 de Dezembro de 2020 às 15:02

Redação de A Gazeta

Publicado em 

30 dez 2020 às 15:02
AstraZeneca está no estágio final de desenvolvimento de uma vacina considerada líder contra a Covid-19
Vacina da AstraZeneca Crédito: Adriana Toffetti/A7 Press/Folhapress
No mesmo dia em que recebeu aval para aplicação de uma vacina contra Covid-19 no Reino Unido, a AstraZeneca sinalizou em reunião com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) intenção de pedir o uso emergencial do imunizante no Brasil. A informação foi divulgada em nota da agência nesta terça-feira (30). O pedido, no entanto, ainda não foi entregue.
Segundo a Anvisa, a previsão de pedido de uso emergencial da vacina no Brasil foi discutida durante o encontro, que reuniu a alta diretoria da agência e do laboratório, e que já estava marcado para acompanhamento.
"Sobre a submissão da autorização para uso emergencial da vacina, foi informado que o pedido será feito pela Fiocruz, que é o laboratório nacional parceiro da AstraZeneca no país para esta vacina", informou a agência.
Ainda de acordo com a Anvisa, a empresa disse não ter identificado dificuldades para atendimento aos requisitos para uso emergencial.
Ainda não há informação, porém, de quando será feito o pedido. Atualmente, a empresa já participa de um processo chamado de submissão contínua, o qual prevê o envio de dados sobre a vacina em etapas, até que haja o pedido formal de registro.
Questionada pela reportagem, a Astrazeneca confirmou ter tratado na reunião também da possibilidade de pedir o uso emergencial. Segundo a empresa, o encontro foi para tirar dúvidas de como a empresa deve fazer os processos para obter aval da agência.
"A agência destacou que os dados já apresentados por meio da submissão contínua para o registro serão aproveitados para a avaliação do uso emergencial, evitando o retrabalho e promovendo a otimização do processo", completa a nota da Anvisa.
O prazo para análise de uso emergencial é de até 10 dias, tempo que passa a contar da formalização do pedido.

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